Gracindo Júnior

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Gracindo Júnior
Imagem:Gracindojr.jpg
Nome Completo Epaminondas Xavier Gracindo
Nasceu 21 de de 1943 ({{#expr:(2013)-( 1943 )-((06)<( 5 )or(06)=(5 )and(20)<( 21 ))}} anos)
Local Rio de Janeiro, RJ
Óscares da Academia
Prémios Emmy
Prémios Golden Globe
SAG Awards
Outros Prêmios
[ Página oficial]
IMDb


Epaminondas Xavier Gracindo, mais conhecido como Gracindo Júnior, (Rio de Janeiro, 21 de maio de 1943) é um ator brasileiro, filho do já falecido ator Paulo Gracindo e pai do também ator Gabriel Gracindo.

[editar] Biografia

Filho do veterano ator Paulo Gracindo, estreia profissionalmente em 1962, na montagem original de A Escada, de Jorge Andrade, com direção de Ivan de Albuquerque, pelo Teatro do Rio. Seguem-se participações no musical Os Fantástikos, de Tom Jones e Harvey Schmidt, 1964, e na inovadora montagem de Onde Canta o Sabiá, de Gastão Tojeiro, dirigido por Paulo Afonso Grisolli, 1966. Participa da montagem de dois clássicos: A Megera Domada, de William Shakespeare, encenado por Benedito Corsi; e O Burguês Fidalgo, de Molière, direção de Ademar Guerra, ambos de 1968.

A carreira de Gracindo Júnior é ligada a autores brasileiros contemporâneos, notadamente Oduvaldo Vianna Filho, autor de peças em que atua, tais como: Dura Lex Sed Lex, direção de Gianni Ratto, pelo Teatro Opinião, 1969; Alegro Desbum, texto em parceria com Armando Costa, dirigido por José Renato, 1973; Corpo a Corpo, monólogo inédito na direção de Aderbal Freire Filho, 1975; fazendo sua estréia como diretor também com texto de Vianinha, em A Longa Noite de Cristal, 1976. De Leilah Assumpção, atua em Jorginho, o Machão, 1970; e dirige e produz Roda Cor de Roda, 1978. De Millôr Fernandes, atua em A Viúva Imortal, pelo Teatro Nacional de Comédia, TNC, em 1967, e dirige É..., na montagem que faz temporada em Lisboa, em 1978. No mesmo ano, atua também em Arte Final, de Carlos Queiroz Telles, encenação de Cecil Thiré e, em 1979, em Sinal de Vida, de Lauro César Muniz.

Nos anos 80, trabalha com menos freqüência em teatro, dedicando-se mais à televisão. Entre as suas realizações cênicas destacam-se um show em homenagem a seu pai, Paulo Gracindo, Meu Pai, que ele escreve, dirige e produz em 1981, e a sua participação no elenco de Obrigado Pelo Amor de Vocês, de Edgard Neville, com direção de Antônio Mercado, 1987, que faz longa temporada no Rio de Janeiro e, posteriormente, em Lisboa.

Na década de 90, atua em Black out, de Frederick Knott, direção de Eric Nielsen, em 1996, e, ao lado de Marília Pêra, em O Altar do Incenso, de Wilson Sayão, direção de Moacir Chaves, 1999.

Atualmente, compra briga com o SBT junto com Maitê Proença e outros atores por causa da re-exibição da telenovela Dona Beija.

[editar] Carreira

Telenovelas, minisséries e séries

[editar] Ligações externas

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