Guaíba

Fonte: SAPO Saber, a enciclopédia portuguesa livre.

Nota: Para outros significados de Guaíba, ver Guaíba (clarificação).

Município de Guaíba
"Berço da Revolução Farroupilha."
Brasão desconhecido
Bandeira de Guaíba
Brasão desconhecido Bandeira
Hino
Aniversário 14 de Outubro
Fundação 14 de Outubro de 1926
Gentílico guaibense
Lema
Prefeito(a) Henrique Tavares
Localização
Localização de Guaíba
30° 06' 50" S 51° 19' 30" O30° 06' 50" S 51° 19' 30" O
Unidade federativa border Rio Grande do Sul
Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre IBGE/2008 [1]
Microrregião Porto Alegre IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Porto Alegre
Municípios limítrofes Eldorado do Sul (N e O), Barra do Ribeiro, Mariana Pimentel (S), lago Guaíba (L)
Distância até a capital 32 quilômetros
Características geográficas
Área 376,973 km²
População 96.467 hab. est. IBGE/2008 [2]
Metro {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 248,2 hab./km²
Altitude 23 metros
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,815 elevado PNUD/2000 [3]
PIB R$ 1.154.754 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 11.098,00 IBGE/2005 [4]

Guaíba é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Pertence à mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e à microrregião de Porto Alegre. É um município que conta com as águas do Lago Guaíba.

Índice

[editar] História

O município criado em 14 de de 1926 ({{#expr:(2014)-( 1926 )-((04)<( 10 )or(04)=(10 )and(18)<( 14 ))}} anos), foi batizado de Guaíba em homenagem ao lago Guaíba. Esta denominação aparecia em antigos textos e mapas do século XIX. Segundo Teodoro Sampaio, a palavra Guaíba é de origem tupi, gua-ybe e tem o sentido de "baía de todas as águas". A grafia arcaica era Guahyba.

No atual território do município de Guaíba, encontramos sítios arqueológicos representativos da cultura guarani. Segundo Laroque (2002), a primeira e mais antiga tradição localizada nos campos abertos ao longo da borda do rio Sinos, Caí, Taquari, Pardo, Jacuí e Laguna dos Patos é a tradição umbu, conhecida também, como o povo da flecha. Estas populações indígenas teriam vivido entre 10.000 e 6.000 a.C.

Os guaranis, pertencentes à família lingüística tupi-guarani e portadores da tradição ceramistas tupi-guarani ocupavam as várzeas dos grandes rios como o Uruguai, Jacuí e seus afluentes ou junto à Laguna dos Patos totalizavam a maior parte da população. Eram horticultores e ótimos ceramistas, mas também se dedicavam à caça e à pesca, além de praticarem a antropofagia.

É possível afirmar que nas terras onde temos o município de Guaíba, ocorreram muitos confrontos entre índios e colonizadores, tanto espanhóis como portugueses. Estas populações sofreram violenta redução demográfica, lutando por seu espaço. Porém, o avanço colonial e nacional os empurrou para a desestruturação cultural e a redução física de seu território, causando sérias conseqüências que atingem seus descendentes até hoje.

A disputa de fronteiras travada nos domínios sul-americanos entre Portugal e Espanha envolveu, também, a área que compreende o atual município de Guaíba. A distribuição das sesmarias foi um sistema utilizado pela coroa portuguesa durante o Brasil Colônia, para que terras devolutas, no sul do Brasil, fossem ocupadas. O sesmeiro, de origem portuguesa ou açoriana, deveria ocupar as terras com a criação do gado vacum, cavalar e muar, erguer a sede da sesmaria e benfeitorias como olaria, charqueadas, galpões, senzalas, capela, cemitério e arvoredos. Além de organizar economicamente suas terras, deveria também defendê-las militarmente a favor de Portugal a fim de evitar a ocupação espanhola e guarani.

[editar] Sesmarias

Depois da vitória sobre os espanhóis (1776), todo o território ao sul do Rio Jacuí foi ocupado pelos portugueses, até os limites determinados, em 1777, pelo Tratado de Santo Ildefonso. Foram distribuídas sesmarias em toda esta área.

As terras, pertenceram à sesmaria de Antônio Ferreira Leitão. Concedida oficialmente em 1793, possuía três léguas de comprimento e uma légua de largura (13 km²). Ferreira Leitão era casado com Maria Meireles de Meneses, neta de Jerônimo de Ornelas, sesmeiro que se estabeleceu nos altos do Morro Santana (Porto Alegre) em 1732.

[editar] Berço da Revolução Farroupilha

Ver artigo principal: Revolução Farroupilha

A antiga sesmaria de Antônio Ferreira Leitão passou, por herança, para sua filha dona Isabel Leonor, casada com José Gomes de Vasconcelos Jardim.Esta fazenda foi escolhida pelos líderes farroupilhas como ponto de encontro para as últimas tratativas referentes à tomada de Porto Alegre, por ser um local estratégico militar. Na casa de Gomes Jardim (mais tarde vice-presidente da República Riograndense) e sob a sombra do Cipreste Histórico, foram acertados os planos para a invasão da capital da província, o que ocorreu às 23 horas da noite do dia 19 para 20 de setembro de 1835. Gomes Jardim liderando 60 homens, partiu da conhecida Praia da Alegria para atravessar o Guaíba e unir-se às forças de Onofre Pires que já esperavam na margem esquerda.

O título, "Guaíba Berço da Revolução Farroupilha" surgiu na década de 60, quando um CTG de Porto Alegre, chamado Maragato, e com sede provisória em Guaíba, em um desfile de cavalarianos no 20 de setembro, carregou uma faixa com estes dizeres, homenageando o município. Deste momento em diante a população guaibense nunca mais deixou de citar a homenagem recebida.

[editar] Pedras Brancas

O povoado das Pedras Brancas, ao que tudo indica, surgiu na segunda metade do século XIX, por ser ponto de parada obrigatória para o gado. Assim, surgem as charqueadas com a presença da mão-de-obra escrava, do peão campeiro, dos tropeiros e tropas de gado em nossa região. Surgiu então, um pequeno vilamento com infra-estrutura voltada para a economia pastoril. Ao mesmo tempo, as terras do atual município de Guaíba eram passagem para todos aqueles que, da região Sul e Oeste, desejassem chegar até Porto Alegre.

A travessia era feita pelas águas do Lago Guaíba. Para o escoamento da produção e transporte de passageiros foram utilizados, inicialmente, pirogas (embarcações indígenas), canoas, barcos a vela e na segunda metade do século XIX o barco a vapor.

A denominação Pedras Brancas está vinculada à formação rochosa existente na região, com aproximadamente 600 milhões de anos, e que apresenta as rochas mais antigas do planeta, entre elas granito em forma de monólitos ou matações. Este tipo de rocha é característico do Escudo Riograndense.

[editar] Início da urbanização

Segundo o escritor Fernando Worm, a Igreja Nossa Senhora do Livramento foi fundada por alvará imperial de S. Majestade D. Pedro II em 17 de fevereiro de 1857. O terreno foi doado por D. Isabel Leonor por promessa feita à Mãe de Jesus, para a qual pediu, no momento do parto, que protegesse a sua vida e a do filho que esperava. A elevação da Capela do Distrito das Pedras Brancas à condição de Freguesia marca o processo de transformação da antiga fazenda em incipiente vila.

No ano de 1860 encontram-se as primeiras demarcações de lotes com os respectivos nomes de ruas, caracterizando assim o início do processo de urbanização.

No Rio Grande do Sul a corrente imigratória reiniciou com o término da Guerra Farroupilha (1845). Mais tarde em 1889 chegaram à Serra do Herval (denominada assim até 1889), colonos poloneses, italianos e alemães. A demarcação dos lotes terminou em outubro de 1888, envolvendo 34 quadras e mais de 200 lotes. No início a vila era chamada de Vila Bela, depois Serro Negro e finalmente de Mariana Pimentel.

A colônia de Sertão Santana foi criada em 1893 por iniciativa particular, predominando os imigrantes alemães Os colonos dedicaram–se à agricultura familiar, tendo como principais produtos a batata doce, o fumo, o arroz, o milho e a criação de animais.

Quanto aos imigrantes suíço-valesanos, estes chegaram no ano de 1895 na localidade conhecida como Serrinha e Cêrro Maximiliano.

O ano de 1926 foi o ano da emancipação política do então 9º distrito de Porto Alegre – Pedras Brancas. O desejo de emancipação expressou o sentimento de auto-suficiência econômica e política. O município de Guaíba criado pelo decreto nº 3.697, de 14 de outubro de 1926 do presidente do estado Borges de Medeiros, foi formado a partir dos territórios de Pedras Brancas, Barra do Ribeiro e Mariana Pimentel ; respectivamente 9º, 10º e 11º distritos de Porto Alegre.

[editar] Geografia

[editar] Localização

Localizado na margem direita do Guaíba, um lago em que cinco rios desembocam daí para o Oceano Atlântico após passar pela Lagoa dos Patos e ponto de encontro das duas rodovias federais que ligam o Brasil à Argentina e Uruguai, o município de Guaíba apresenta condições singulares de logística para empreendimentos que visam atender aos mercados do Mercosul com produtos e serviços de qualidade internacional.

Inserida na região metropolitana de Porto Alegre, principal pólo econômico e cultural da região, Guaíba conta com ampla infra-estrutura de energia, serviços de comunicação, rede de ensino e serviços de saúde, complementados por adequada disponibilidade de mão-de-obra qualificada e a presença de importante indústrias exportadora certificadas pelas normas ISO 9000 e 14000.

O acesso em menos de 30 minutos ao aeroporto internacional completa o quadro favorável ao desenvolvimento acelerado do agribusiness, indústria, comércio e turismo, neste município com grandes áreas disponíveis para estas atividades. A localização no estado de melhor qualidade de vida do país, segundo a UNESCO, é um atrativo adicional investidores internacionais que sabem identificar oportunidades.

[editar] Relevo

Principalmente campos, várzeas e alguns cerros. Guaíba apresenta também alguns morros como o Morro da Hidráulica, que se localiza ao lado do centro da cidade, o morro da antena, entre outros. É previsto a criação de um parque no atual Morro da Hidráulica para preservar a região, onde se encontra uma reserva de mata atlântica, com diferentes espécies de pássaros e animais. Há também plantas únicas na região que são encontradas lá.

[editar] Clima

O clima no município é subtropical, mas com calor marcante no verão e frio moderado no inverno, marcando bastante cada estação do ano. As Precipitações Pluviométricas são de 1400 mm. No verão é comum a estiagem no lago Guaíba, o que deixa o nível muito abaixo do normal, e que às vezes, prejudica o abastecimento em algumas regiões. Em 2006, a menor marca registrada foi de quatro centímetros acima do nível do mar.

[editar] Bairros

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[editar] População

[editar] Por ano

1970 1980 1991 1996 2000 2007 (14 de novembro de 2007)
33.680 55.054 83.080 85.969 94.307 93.578

[editar] Por idade

0 a 4 5 a 9 10 a 19 20 a 29 30 a 39 40 a 49 50 a 59 acima de 60
9% 9% 20% 17% 16% 13% 8% 8%

[editar] Personalidades históricas

[editar] Economia

[editar] Indústrias

O município conta com grandes nomes da indústria como a Aracruz Celulose, empresa que irá aumentar suas instalações e investir milhões de reais nos próximos três anos. Também conta com a Sulfato Rio Grande, Santher, Thyssen Krupp Elevadores, Expresso Rio Guaíba Ltda, Boise Cascade do Brasil, Imbrape, Celupa entre outras instalações como o centro de distribuição de automóveis da Toyota.

[editar] A Rua São José

A Rua São José é o principal ponto de comércio da cidade. Onde está localizada a maior parte das lojas de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis da cidade, bem como lojas de variedades e bazar em geral. É considerada o coração do centro de Guaíba.

[editar] Educação

[editar] Bibliotecas

Conta com a Biblioteca Municipal e seu grande acervo, ajudando os alunos da cidade em suas pesquisas escolares e os leitores a desfrutarem de tal cultura. A Biblioteca Municipal recentemente foi reformada pela prefeitura, com novo acesso (também com entrada especial para deficientes físicos) e uma nova pintura jovial. Está localizada ao lado da Brigada Militar e do antigo presídio municipal e em frente a Praça da Bandeira.

[editar] Saúde

Há dois postos de assistência médica (PAM), localizados no centro do município com clínicas básicas e especializadas, uma agência de transfusão de sangue, uma farmácia básica, serviço de eletrocardiograma e ecografia abdominal e sete unidades básicas na periferia, mantidos pelo serviço público. Uma clínica traumatológica, uma clínica nefrológica, uma clínica fisioterápica e um hospital filantrópico. Na saúde, uma unidade móvel odontomédica, um banco de sangue, nove unidades assistenciais, entre elas o Centro de Saúde do Estado e Ambulatório Municipal e mais sete Postos periféricos mantidos pelo estado e município, Hospital Nossa Senhora de Livramento.

Unidades de Saúde Pública: - Policlínica / Serviço de Pronto Atendimento - Unidade de Saúde Centro (Saúde da Mulher, Vigilâncias: Epidemiológica, Ambiental e Sanitária, Mamografia, Tisiologia, etc.) - Unidade de Saúde Vila Iolanda - Unidade de Saúde Cohab - Unidade de Saúde Columbia City - Unidade de Saúde São Jorge - Unidade de Saúde Pedras Brancas - Unidade de Saúde São Francisco - Unidade de Saúde Colina - Unidade de Saúde Logradouro

São também desenvolvidos pela Secretaria Municipal da Saúde os seguintes programas e serviços: Guaíba Abaça a Família (focom principal da redução da mortalidade infantial - responsável por significativa redução de óbitos de crianças de 0 a 1 ano de idade), Hiperdia (Hipertensos e Diabéticos), Saúde Mental, SAE - Serviço de Assitência Especializada em DST/AIDS, Serviço de Oxigenioterapia entre outros.

[editar] Turismo

Existem vários locais onde se pode visitar em Guaíba. Apesar da evidência da falta de um cinema, como antigamente existia, temos o Museu Carlos Nobre. Na Praça da Bandeira, acontecem vários eventos, dentre eles, este ano já ocorridos a Chocoart e a Festpeixe, e a famosa Feira do Livro que este ano aconteceu em Junho. Acontece também de dois em dois anos no ginásio Rui Coelho Gonçalves (Coelhão) a Expofeira, uma feira de eventos, produtos, artigos, espetáculos etc. Outro pontos do município são a Escadaria 14 de Outubro, o Mercado Público (atualmente em reforma), o Parque da Juventude, o Matadouro São Geraldo, a Beira do Guaíba e o Píer, a Praia da Alegria e o famoso Cipreste centenário que fica ao lado da Casa de Gomes Jardim, e que simboliza um marco na história da Revolução Farroupilha.

[editar] Festas

Em 2007, Guaíba retomou seu antigo Carnaval de Rua, que não era visto à tempo no município, onde desfilaram quatro escolas de samba principais mais blocos em geral.

[editar] A Beira do Guaíba

Uma das atividades turísticas e de lazer que mais possui freqüentadores é a famosa "beira" no centro da cidade. É constituída de um calçadão principal na avenida João Pessoa com bancos e um Píer, o qual se localiza no centro da beira. É comum ver gente lá todos os dias, mas nos fins de semana o público aumenta incrivelmente, tomando conta de todo o espaço disponível. O público alvo são os jovens e adolescentes, que vão para caminhar, tomar chimarrão, se distrair, namorar e apreciar a bela vista do Lago Guaíba que proporcionada a partir deste lugar. Pode-se avistar de lá com detalhes a capital gaúcha, Porto Alegre, bem como seus montes e edifícios. A beira é um sucesso na cidade, que a reconhece como um ótimo ponto de encontro e lazer.

[editar] Esportes

Alguns esportes que levam Guaíba a altos níveis são o Taekwondo, recentemente premiado no Rio de Janeiro, o Futebol, que recentemente ganhou a 17ª Copa Paquetá Amador - sub 17 a, a Canoagem, premiado com medalha de ouro (ver aqui) nos Jogos Pan-americanos de 2007 e o Hapkido, mostrado com categoria no Guaíba International Open em março de 2007.


[editar] Bibliografia e referências

  • Revista Rio Grande Cultura. Porto Alegre, março/abril/97 Ano IX-23,FEPLAM,p.21
  • Jornal Correio do Povo – Ano 1926
  • Arquivo do Museu Carlos Nobre
  • SANT'ANA, Carlos Affonso. Abrindo Baús: Gente e Crônicas da Terra Guaibense.1997.150p
  • ZIULKOSKI, Carlos . Aspectos Históricos de Mariana Pimentel - 1991
  • WORM, Fernando. Guaíba Terra e Povo. Livrarias Globo, Porto Alegre, 1974.121p.
  • LAROQUE, Luís Fernando da Silva. Guaíba no Contexto Histórico – Arqueológico do Rio Grande do Sul. Guaíba.Ed. do Autor, 2002.192p.
  • LUTZNBERGER, José. A Paisagem ao Redor de Porto Alegre. 1982.
  • VELLINHO, Moysés. Capitania d’El Rei. Aspectos Polêmicos da Formação Riograndense. 2ª Ed.Editora Globo, Porto Alegre, 1970,241p.
  • RODRIGUES, Valdivino. Uma Imigração Suíço – Valesana em Guaíba. 2004.

[editar] Referências

  1. 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

[editar] Ver também

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[editar] Ligações externas


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