História do Papado
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A História do papado é a história do Papa e Bispo de Roma, chefe da Igreja Católica, tanto em seu papel espiritual e temporal, que cobre um período de aproximadamente dois mil anos. "A doutrina católica sobre o papado é bíblica e decorre do primado de São Pedro entre os Apóstolos de Jesus. Como todas as doutrinas cristãs, desenvolveu-se ao longo dos séculos, mas não se afastou dos seus elementos essenciais, presentes na liderança do Apóstolo Pedro." [1]
Não existe uma lista oficial de papas, mas o Anuário Pontifício, publicado anualmente pelo Vaticano, contém uma lista que é geralmente considerada a mais correta, colocando o atual Papa Bento XVI como o 265º Papa. Em 2001 foi feito um estudo rigoroso pela Igreja Católica sobre a história do papado.[2]
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[editar] Pedro e as origens do papado
O Papa Pio XII inicou escavações arqueológicas na Basílica de São Pedro, em Roma, para determinar se o túmulo de São Pedro estava realmente lá, sendo que na celebração do Ano Santo em 1950, ele confirmou que o túmulo de São Pedro havia sido encontrado debaixo da basílica [4]
Desde a Reforma, a questão da origem do papado foi de vital importância para todas as igrejas cristãs. Alguns teólogos protestantes afirmaram que Pedro nunca teria ido à Roma, e portanto os Bispos daquela cidade não poderiam ser sucessores de Pedro, esta tese foi defendida mais proeminentemente por Ferdinand Christian Baur da Escola Tübingen. Outros, como Heinrich Dressel, em 1872, declararam que Pedro teria sido enterrado em Alexandria, no Egito ou em Antioquia.[5] Hoje, porém os historiadores concordam que Pedro realmente viveu e morreu em Roma. O historiador luterano Adolf Harnack afirmou, que as teses anteriores foram feitas por "tendenciosos-protestantes" e que estas "tendenciosas-críticas" prejudicaram o estudo sobre a vida de São Pedro em Roma.[5] Sua vida continua sendo objeto de investigação, mas o seu túmulo está localizado na Basílica de São Pedro no Vaticano, ao qual foi descoberto em 1950 após anos de meticulosa investigação.[6]
[editar] Referências ao papado na Bíblia
Embora as origens históricas do papado e as circunstâncias da vida de Pedro em Roma não são totalmente documentadas, as afirmações bíblicas no Novo Testamento sobre Pedro nos dá uma imagem mais clara. Em todos os evangelhos do Novo Testamento, Pedro é o líder ou porta-voz dos Apóstolos. No Evangelho de Mateus, Marcos e Lucas ao mencionarem os apóstolos, colocam Pedro em primeiro lugar. "Em cada Evangelho, ele é o primeiro discípulo, à ser chamado por Jesus. [7]
O dogma e a tradição da Igreja ensinam que a instituição do papado foi feita por Jesus, conforme pode ser observado nas passagens do Evangelho de Mateus: ""E eu te declaro: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra, será desligado nos céus" (Mt 16, 18-19).
Em Mateus, a centralidade de Pedro não é apenas manifestada nesta citação. Depois da ressurreição, Jesus repete o seu mandato de Pedro (João, 21:15) Lucas cita um mandato de Jesus a Pedro, pois ele devia "reforçar seus irmãos" (Lucas, 22:31).
[editar] Igreja Primitiva (30 - 325 d.C.)
No início da história do cristianismo, cinco cidades surgiram como importantes centros desta religião: Roma, Jerusalém, Antioquia, Alexandria e Constantinopla. A capital romana foi reconhecida como um centro cristão de excepcional importância, mas há poucas referências sobre os Bispos de Roma desta época. Documentos[8] indicam que desde o início Roma, era a Igreja que "preside no amor", de acordo com a frase de Santo Inácio de Antioquia[9], ocupando o primeiro lugar como centro cristão, e que o bispo de Roma foi reconhecido desde o início como o protos (primeiro) entre os bispos. Também nos últimos anos do primeiro século d.C, a Igreja em Roma usou sua autoridade para intervir nos assuntos da Igreja Cristã em Corinto para ajudar a resolver suas disputas internas, embora nessa época em Éfeso ainda vivesse o apóstolo João, e outras comunidades possuíssem relações mais freqüentes e fáceis com Corinto. Porém o poder do Bispo de Roma nesta época era apenas espiritual.
Mais tarde, no segundo século d.C, houve mais manifestações da autoridade de Roma sobre outras igrejas. Em 189 d.C, afirmação de que a Igreja de Roma possuia um primado sobre as outras igrejas é indicado por Ireneu de Lyon em Contra as heresias: "[A Igreja de Roma] em razão de sua poderosa autoridade de fundação, que deve necessariamente concordar toda igreja, isto é, que devem concordar os fiéis procedentes de qualquer parte, ela, (...) conservou a tradição que vem dos apóstolos".[10] E, em 195 d.C, o Papa Vítor I, no que é visto como um exercício explícito de autoridade sobre outras as igrejas por parte de Roma, ameaça de excomunhão os bispos e crentes que continuarem praticando o Quartodecimanismo (o costume de alguns dos primeiros cristãos de celebrarem a Páscoa no início da véspera do 14º dia de Nissan). Vitor I também estabeleceu o domingo (em substituição do sábado) como dia sagrado, em memória da ressurreição de Jesus Cristo e decidiu realizar as missas em Latim em vez de Grego.
Em 251 cristãos do Norte da África que aderiram ao Antipapa Novaciano, que desejava substituir o Papa Cornélio, mas que voltariam posteriormente à obedecer Cornélio, falariam:
"Sabemos que Cornélio é Bispo da Santíssima Igreja Católica, escolhido por Deus todo-poderoso e por Cristo Nosso Senhor.. Confessamos o nosso erro... Todavia nosso coração sempre esteve na Igreja; não ignoramos que há um só Deus e Senhor todo-poderoso, também sabemos que Cristo é o Senhor...; há um só Espírito Santo; por isto deve haver um só Bispo à frente da Igreja Católica" [11]
Na metade do ano 200, São Cipriano, bispo de Cartago afirma que “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.”[12], escrevendo também sobre a autoridade de Pedro em Sobre a Unidade da Igreja:
“O Senhor diz a Pedro: “Eu te digo que és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. (...) O Senhor edifica a sua Igreja sobre um só, embora conceda igual poder a todos os apóstolos (...) No entanto, para manifestar a unidade, dispõe por sua autoridade a origem desta mesma unidade partindo de um só. Sem dúvida, os demais apóstolos eram, como Pedro, dotados de igual participação na honra e no poder; mas o princípio parte da unidade para que se demonstre ser única a Igreja de Cristo (...) Julga conservar a fé quem não conserva esta unidade da Igreja? Confia estar na Igreja quem se opõe e resiste à Igreja? Confia estar na Igreja, quem abandona a cátedra de Pedro sobre a qual está fundada a Igreja?”.[13]
Os bispos de Roma no cristianismo primitivo ajudaram a espalhar a doutrina cristã e resolver conflitos. [14] Os livros da vida dos santos de Roma afirmam que foram mártires todos os Papas anteriores a Silvestre I (315-335) por causa da perseguição romana que só terminou em 313 com o Édito de Milão.[13]
[editar] O título Papa
O título de "Papa" foi, desde o início do terceiro século uma designação honorífica utilizada tanto para o Bispo de Roma, quanto para os outros bispos do Ocidente. [6] A primeira menção ao Bispo de Roma como Papa seria descoberta em uma epígrafe nas catacumbas de São Calisto em Roma, na qual um diácono Severo, tendo escavado um cubículo duplo para si e sua família, pois havia morrido sua filha de dez anos, diz ter sido autorizado por "papae sui Marcellini", isto é, o Papa Marcelino (296-304). No Oriente era usado apenas para o bispo de Alexandria.[6] A partir do sexto século, o título era normalmente reservado apenas para o Bispo de Roma, desde então passou à ser utilizado somente por ele, tornando-se um de seus nomes oficiais no décimo primeiro século. [6]
[editar] Primeiro Concílio de Niceia e Grande Cisma do Oriente (325 - 1054)
Após a publicação da Édito de Milão em 313 que permitiu aos cristãos ter liberdade para praticar sua religião, iniciando-se a Paz na Igreja e a realização do Primeiro Concílio de Niceia em 325, o papado foi reconfirmado. Com o estabelecimento da Pentarquia, em que a Igreja foi organizada sob cinco patriarcas, os bispos de Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Constantinopla e Roma, novamente o primado de Roma é confirmado. Porém, quando a capital imperial foi transferida para Constantinopla (em 330 d.C), o papado por consequência perdeu influência e especialmente o Bispo de Constantinopla, teve sua autoridade aumentada consideravelmente sobre as igrejas orientais.
O Primeiro Concílio de Constantinopla (381 d.C.) confirma as condições do primado romano anteriores, no entanto, o papa não compareceu pessoalmente a este concílio, que se realizou na zona leste da capital do império romano, e não em Roma. Em torno de 400 São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla e doutor da Igreja, dizia que: “No interesse da paz e da fé não podemos discutir sobre questões relativas à fé sem o consentimento do Bispo de Roma.”.[13] Santo Agostinho, após a condenação do Pelagianismo (heresia que dizia que o homem podia salvar-se sem Deus), no sínodo de 416, com a concordância do Papa Inocêncio I, disse: "Roma locuta, causa finita!" ("Roma falou, encerrada a questão!").[13] Em 440 o Papa Leão I definiu de forma mais clara a extensão da autoridade papal, promulgando decretos e exercendo seu direito "com toda a gama da potência apostólica que Jesus tinha primeiro agraciado ao apóstolo Pedro", que foi reafirmada no Concílio de Calcedónia em 451 por Leão I (através de seus emissários). O primeiro Papa a mudar de nome após eleito, foi o papa Mercúrio, que escolheu o nome de João II (533-535).
Em torno de 378 existem registros de que Dâmaso I seria o primeiro papa à ser chamado de Pontífice ou "Pontifex" (não se deve confundir com o título paralelo de Pontifex Maximus do paganismo), o próprio termo aparece na Bíblia para descrever homens abençoados (Hebreus 5, 14), e em alguns casos o próprio Jesus (Hebreus 3, 1).
Durante o Grande Cisma do Oriente, a separação entre a Igreja Católica (do Ocidente) e a Igreja Ortodoxa (do Oriente) no século XI por questãos teológicas sob o Espírito Santo, a autoridade papal estava bem definida, porém, a igreja do Oriente, distante de Roma, e sob maior influência do bispo de Constantinopla, então Miguel Cerulário, seria excomungado por um emissário do Papa Leão IX, o bispo de Constantinopla rejeitaria a excomunhão e excomungaria Leão IX, ocorrendo então a divisão (cisma) entre as duas igrejas, a partir daí, embora reconhecessem o papel espiritual do papa, as igrejas orientais não aceitavam sua interferência. Houve várias tentativas de reunificação, principalmente no Concílio de Lyon (1274) e Florença (1439), mas as reuniões mostraram-se efêmeras. As mútuas excomunhões só foram retiradas em 1965 e 1966, pelo Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras I, de forma a aproximar as duas Igrejas, somente recentemente o diálogo entre elas foi efetivamente retomado, a fim de sanar o cisma.
[editar] Desenvolvimento na Idade Média
[editar] Influência política
Os Papas foram autoridades respeitadas ao longo da história, especialmente na Idade Média, e muitas vezes sua opinião era convocada por líderes temporais, por exemplo, a bula Laudabiliter de 1155 (que autoriza Henrique II de Inglaterra a invadir a Irlanda), a bula Manifestus Probatum que reconhece a independência de Portugal, a bula Inter Caeteras em 1493 (que conduz ao Tratado de Tordesilhas no ano seguinte, dividindo o mundo entre Portugal e Espanha) ou a bula Inter Gravissimas de 1582 (que estabelece o calendário gregoriano, atualmente em uso).
Em 754, o líder dos francos Pepino, o Breve, por ter sido recohecido pelo Papa como legítimo rei dos francos, lutaria contra os lombardos no Reino da Itália, inimigos da Igreja Católica, doando o território conquistado ao Papa Estêvão II, que formaria os Estados Papais, que se tornou o Estado da Igreja, administrado pelo Papa.[15] Porém realmente a maior parte dos Estados Papais era controlado por príncipes menores, somente no século XVI o Papa passou à ter verdadeiro controle sobre todos os seus territórios. Em 1866, com a unificação da Itália, os Estados papais, foram anexados à Itália e Roma foi proclamada a capital do reino. Iniciou-se então a Questão Romana, em que o Papa reivindicava os territórios perdidos; somente com o Tratado de Latrão, em 1929, o Papa obteve a soberania do Estado do Vaticano, que se tornou uma entidade autônoma dentro das fronteiras italianas.
No ano 800, o Papa Leão III coroou Carlos Magno como Imperador, passo decisivo no caminho para o Sacro Império Romano-Germânico, do qual, o Papa foi considerado líder espiritual. Desde essa data tornou-se uma tradição a coroação dos Imperadores pelo Papa, até Carlos V. Napoleão Bonaparte fez reviver essa tradição fazendo-se coroar do mesmo modo. Até 1059 a eleição do Papa era feito pelo clero de Roma (os cardeais), com a aprovação popular. Posteriormente as autoridades temporais, como imperadores, desejavam intervir na igreja, por exemplo, nomeando bispos, motivo pelo qual iniciou-se a Questão das Investiduras (ou nomeações), em que o Papa reivindicava ser seu direito nomear os bispos, então foi iniciada a chamada Reforma Gregoriana, que pretendia combater a corrupção da Igreja e do clero e declarar que o poder temporal não poderia intervir no poder espiritual da Igreja, para evitar qualquer interferência temporal na eleição do papa, foi estabelecido que a eleição do pontífice se realizaria através de votação pelo Colégio dos Cardeais (secreta desde 1274) reunidos num conclave, em 1075 Gregório VII foi proclamado papa dessa maneira, anunciando o Dictatus Papae, um conjunto de 27 proposições eclesiológicas tratando da autoridade do papado (sendo a base ideológica do período de supremacia da Igreja na Alta Idade Média). A partir do século XII os Papas passaram a ter seus próprios brasões pessoais, além dos simbolismos próprios da Santa Sé.[16] A partir do século XVII foram atribuídas brasões aos papas anteriores que não o possuíam. [17]
[editar] O Papado de Avignon e Grande Cisma do Ocidente
Entre 1309 e 1377, a residência do papado foi alterada de Roma para Avignon, na França. O Papa Clemente V, foi levado (sem possibilidade de debate) pelo rei francês para residir em Avignon, no episódio conhecido como "Crise de Avignon". Em 1378 o Papa Gregório XI voltaria para Roma, onde faleceria, a população italiana desejava que o papado fosse restabelecido em Roma e então seria eleito o Papa Urbano VI, de origem italiana, porém Urbano VI se demonstraria muito autoritário, então uma quantidade considerável da alta hierarquia católica, anularia sua votação e um novo conclave foi realizado, elegendo o Clemente VII, que voltaria à residir em Avignon, iniciando-se então o Grande Cisma do Ocidente, em que o Papa residia em Roma e o Antipapa residia em Avignon, reclamando para si o poder sobre a Igreja Católica. Posteriormente em 1409 a fim de tentar terminar com o cisma, se reuniria o Concílio de Pisa, que estabeleceria outro Antipapa residente em Pisa. O cisma terminou no Concílio de Constança em 1414, com o papado estabelecido definitivamente em Roma e os outros antipapados declarados ilegítimos.
[editar] Renascimento
Durante o Renascimento ou Renascença os papas mostraram-se favoráveis à nova cultura e às artes, tornando-se mecenas de artistas como Michelangelo, Rafael e Bernini. O Papa Nicolau V (1447-1455) transformou a pequena biblioteca pontifícia em uma grande coleção de manuscritos gregos e latinos, montando galerias e museus no Vaticano. Iniciou a reconstrução da Basílica de São Pedro e da cidade de Roma, bem como aumentou os Estados Papais, seus sucessores continuaram seus projetos, embora com modificações.
[editar] O Papado no presente
O Concílio Vaticano I realizado em 1869 e 1870 definiu as competências atuais do papado na Igreja. Por meio de bases bíblicas, este concílio reconheceu que o Papa quando fala "ex-cathedra" (literalmente "da cadeira [de Pedro]") é infalível em assuntos de fé e de moral. Igualmente reconheceu o primado do Papa como um dogma da Igreja [18] [19].
[editar] Referência
- ↑ Site católico sobre o papado e a Bíblia
- ↑ Corrections Made to Official List of Popes. ZENIT (2001-6-5). Página visitada em 2008-10-21.
- ↑ Domenico Cardinale Tardini, Pio XII, Tipografia Poliglotta Vaticana, 1960, p. 76.
- ↑ Biblioteca do Vaticano. http://www.vatican.va/archive/catechism/p123a9p4.htm. Retrieved on 2008-08-02
- ↑ 5,0 5,1 Josef Burg Kontrover-Lexikon Fredebeul&Coenen, Essen, 1903.
- ↑ 6,0 6,1 6,2 6,3 Oxford Dictionary of the Christian Church (Universidade de Oxford - 2005) ISBN 978-0-19-280290-3), artigo "Pope"
- ↑ Duffy, Eamon (2006). Saints & Sinners (3 ed.). New Haven Ct: Yale Nota Bene/Yale University Press. ISBN 0300115970.
- ↑ Documento de Ravena, ratificado entre a Igreja Católica e Ortodoxa, que cita a autoridade do Bispo de Roma na Igreja Primitiva (em inglês)
- ↑ O prólogo de Santo Inácio de Antioquia aos Romanos
- ↑ Schaff, Philip (2001) (1885 c. 1885) Nota introdutória de Contra às heresias de Ireneu, Os escritos dos Padres antes de 325 d.C. ou Padres antes de Nicéia, Volume I. Contra as heresias, William B. Eerdmans. "Publishing Company".
- ↑ Denzinger-Schõnmetzer, "Enchiridion" 108 [44])
- ↑ Epist. 55, n.1, Hartel, 614
- ↑ 13,0 13,1 13,2 13,3 A Minha Igreja. Prof. Felipe Aquino. Editora Cléofas.
- ↑ Wetterau, Bruce. World history. New York: Henry Holt and company. 1994.
- ↑ História Global Brasil e Geral. Pág.: 119. Volume único. Gilberto Cotrim. ISBN 978-85-02-05256-7
- ↑ Site da Santa Sé sobre os Brasões papais
- ↑ Michel Pastoreau (1997). Traité d'Héraldique (3e édition ed.). Picard. pp. 283–284. ISBN 2-7084-0520-9.
- ↑ Concílio (em português). Enciclopédia Católica Popular. Página visitada em 12 de Junho de 2009.
- ↑ Infalibilidade (em português). Enciclopédia Católica Popular. Página visitada em 12 de Junho de 2009.
[editar] Ver também
- Papa Bento XVI
- Lista dos papas
- Papas santos
- Lista dos pontificados mais longos
- Primazia papal
- Infalibilidade papal
- História da Igreja Católica
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