Liga dos Campeões da UEFA

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Jogo da Champions em Lonbres (Arsenal-Sevilha)
Jogo da Champions em Lonbres (Arsenal-Sevilha)
Liga dos Campeões da UEFA
Champions League
Imagem:UEFA Champions League logo 2.svg
Logo
Dados
Organização UEFA
Edições 52
Outros nomes Taça dos Clubes Campeões Europeus
Local de disputa Europa
Sistema Grupos e Eliminatórias
Primeiro vencedor Real Madrid
Último vencedor Manchester United
Promove para {{{promove}}}
Rebaixa para {{{rebaixa}}}
Total de jogos
Total de golos/gols


Divisões

A Liga dos Campeões é uma competição anual entre clubes de futebol da Europa. É considerada por grande parte dos clubes europeus a competição mais prestigiada entre clubes.

Índice

[editar] Estrutura

Originalmente conhecida como Taça dos Clubes Campeões Europeus, ou simplesmente como Taça Europeia, a competição começou em 1955/1956, na forma de eliminatórias, com dois jogos, onde as equipas jogavam uma partida em casa e outra na casa do adversário. A equipa que tivesse melhores resultados passava para a eliminatória seguinte.

O formato e o nome foram mudados em 1992/1993. Com a mudança e evolução radical do sistema ao longo dos anos, a competição actualmente consiste em três fases de classificação, um estágio com disputa em grupos (onde os clubes jogam um contra o outro, no sistema de "ida-e-volta") e quatro fases de finais que exigem vitória. Todas as fases de classificação e disputas que exigem vitória consistem em dois jogos, excepto a final, que é uma partida simples jogada num local pré-determinado.

A entrada nesta competição é limitada de acordo com o coeficiente da UEFA dos últimos 5 anos, sem contar o anterior, sendo que cada federação tem direito, pelo menos, a uma vaga na primeira ronda de classificação. Quanto melhor for o coeficiente, mais vagas abrirão.

O Real Madrid CF lidera o ranking de conquistas da competição, com nove títulos. Depois dele, as equipas mais bem-sucedidas foram o AC Milan (sete títulos), o Liverpool FC (cinco títulos), o FC Bayern Munique e o Ajax Amsterdam (quatro títulos).

[editar] Qualificação

A qualificação para esta competição é decidida através dos lugares dos clubes nos respectivos países, por meio de um sistema de quotas. Os países com os campeonatos mais fortes têm mais lugares na competição.

Por exemplo, nas três ligas nacionais mais fortes, pelos rankings da UEFA, o 1º e 2º classificados têm apuramento directo e o 3º e 4º entram numa pré-eliminatória. As ligas mais fracas não têm acesso directo à fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo os seus campeões de competir nas pré-eliminatórias.

Existe uma excepção a esta regra: o actual vencedor da Liga dos Campeões, normalmente tem acesso directo à fase de grupos.

Para a temporada de 2005/2006, o Liverpool conquistou o direito a entrar na primeira eliminatória, já que foi campeão da temporada anterior, e apesar de ter ficado na quinta posição da Liga Inglesa. Ao contrário do que aconteceu em 2000 (relato abaixo), o quarto colocado, Everton também se classificou para a competição (porém foi eliminado na fase pré-eliminatória). Por causa disso, a Inglaterra teve 5 equipes na disputa.

A última vez que uma situação como esta tinha acontecido foi em 2000, quando o Real Madrid conquistou o título, mas terminou o Campeonato Espanhol na sexta colocação. Por causa disso, o Real Zaragoza foi obrigado a disputar a Taça UEFA. Dois anos mais tarde, o Zaragoza desceu, numa infeliz reviravolta de acontecimentos que alguns fãs acreditaram ser uma consequencia directa da perda de prestígio e de receitas.

[editar] História

A história da Taça dos Clube Campeões Europeus é longa e notável. Nos 50 anos de competições existem vencedores e perdedores em todas as regiões da Europa. Eis a lista dos vencedores e número de vitórias:

Real Madrid CF (9) AC Milan (7) Liverpool FC (5) AFC Ajax (4) FC Bayern München (4) Manchester United (3) SL Benfica (2) Internazionale Milano (2) Nottingham Forest FC (2) Juventus (2) FC Porto (2) FC Barcelona (2) Celtic (1) Feyenoord (1) Aston Villa FC (1) Hamburger SV (1) Steaua Bucureşti (1) PSV Eindhoven (1) FK Crvena Zvezda (1) Olympique de Marseille (1) BV Borussia Dortmund (1)

Espanha 11 (2equipas) Itália 11 (3equipas) Inglaterra 11 (4equipas) Países Baixos 6 (3equipas) Alemanha 6 (3equipas) Portugal 4 (2equipas) Escócia 1 Roménia 1 Jugoslávia 1 França 1


Seguindo a história desde do inicio até agora, é possível ver os períodos em que as equipas ou países dominaram a competição:

[editar] 1955 a 1960 - a primeira era do Real Madrid

O Real Madrid dominou as cinco primeiras competições. A equipa conduzida por Alfredo di Stéfano, Ferenc Puskás, Francisco Gento, Luis del Sol e José Santamaría venceu as cinco finais confortavelmente. Enquanto este se tornava definitivamente o maior vencedor, o Manchester United e muitos clubes italianos ofereciam pouca resistência durante a década de 1950. Entretanto, os factores combinados de 1958, o desastre aéreo de Munique e o estilo ortodoxo e cavaleiro de o Real jogar resultaram numa pouca competitividade para derrotarem esta equipa.

Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da Liga dos Campeões, na Escócia, em Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7-3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision e, com uma assistência de 135.000 espectadores, continua a ser o jogo de maior assistência de sempre numa final da Liga dos Campeões.

[editar] 1961 a 1966 - Benfica e os rivais de Milão dominam, embora o Real Madrid vença a sexta vez

O domínio do Real Madrid chega ao fim através do seu maior rival doméstico, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final desse ano no Wankdorf Stadion em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica. O Benfica, capitaneado pelo avançado José Águas, tinha como líder no meio-campo Mário Coluna, de Moçambique, que juntamente com Eusébio, na época seguinte, defenderam o troféu, vencendo o Real Madrid por 5x3 na final no Olympisch Stadion, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League. O Benfica conseguiu supreender o Mundo numa fantástica corrida ao título de campeão Europeu de clubes; assim, o maior clube português tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.

O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em 1963, mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milan. Esta grandiosidade do Benfica fez evoluir o futebol interno em Portugal, dando à selecção portuguesa condições de chegar ao terceiro lugar no Mundial. Esta selecção era composta pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colónias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipa titular no Mundial de 66. Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival do Milão, o Internazionale, que venceria o troféu em 1964 e 1965, ganhando ao Real Madrid e ao Benfica, respectivamente. A semi-final de 1965 ficou para a história devido à controvérsia entre o Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e no resultado combinado para a equipa italiana, que a jogar em San Siro venceu por 3 a 0.

Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre o Inter na semi-final de 1966. O outro finalista foi o Partizan Belgrado, que saiu derrotado por 2-1 no estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquista assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas Paco Gento jogou todas as finais.

[editar] 1967 e 1968 - vitórias britânicas

Em 1967, o Celtic tornou-se o primeiro clube da Grã-Bretanha a vencer a competição, batendo o Internazionale no Estádio Nacional, em Lisboa, Portugal. A equipa, que passou a ser conhecida como os Leões de Lisboa, treinada por Jock Stein, tinha todos os jogadores nascidos num raio de 25 milhas do Celtic Park, em Glasgow, o que permanece raro na longa tradição do evento, que atrai os melhores e mais cosmopolitas jogadores de todo o planeta. Para efeito de contraste, enquanto o Real Madrid tinha vários espanhóis nos anos 50, as suas maiores estrelas eram de outros países - Alfredo di Stefano vinha da Argentina, e Ferenc Puskás tinha vindo da Hungria aquando da Revolução Húngara de 1956.

Um ano depois, o Manchester United tornou-se o primeiro clube de Inglaterra a vencer a competição, batendo o Benfica por 4 a 1 no prolongamento no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra. Este jogo foi incrivelmente equilibrado e apesar de o Manchester ter feito três golos no tempo extra, o Benfica poderia ter ganho o jogo no tempo normal, quando o extraordinário Eusébio da Silva Ferreira perdeu uma oportunidade fácil nos segundos finais.

Apesar de se passarem dez anos do desastre aéreo de Munique, vários fãs de todo o continente ficaram muito felizes por Matt Busby (treinador do Manchester United durante muito tempo), que depois foi tornado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido, por serviços ao futebol.

[editar] 1969 a 1973 - domínio holandês

A Taça dos Campeões Europeus passaria então uma década e meia na propriedade de apenas três clubes - cada um vencendo pelo menos três finais, e surgindo regularmente nas últimas eliminatórias da competição.

O primeiro clube a dominar foi o Ajax, que primeiro perdeu a final de 1969 para o Milan e teve de ver os seus rivais do Feyenoord conquistarem o título em 1970. Depois deste episódio, o futebol total de Johan Cruijff, Barry Hulshoff, Ruud Krol, Johan Neeskens, Arie Haan, Gerrie Mühren e Piet Keizer dominou por três confortáveis anos, despachando o Panathinaikos de Atenas, o Internazionale e [o [Juventus]] de Turim em rápida sucessão.

Cada jogador podia adaptar-se para jogar em qualquer número de posições e funções - os ponta de lança revezavam-se com os defesas por conta própria, Krol criava tantas oportunidades quanto Mühren, Cruijff parava tanto quanto Hulshoff. Criado por Rinus Michels e refinado por Stefan Kovacs, o Ajax parecia imbatível até Cruijff optar por integrar o molde técnico Michels no Barcelona mais tarde, em 1973. Com isto, com o rápido envelhecimento de vários jogadores e com a posterior perda de Neeskens, o Ajax lutou na mais importante competição da Europa por 20 anos.

[editar] 1974 a 1976 - A ascensão do Bayern

O Bayern Munique foi o clube seguinte a dominar a competição, vencendo-a três vezes consecutivas na década de 70.

Liderado por Franz Beckenbauer, com Sepp Maier, Gerd Müller, Uli Hoeneß e Paul Breitner, o Bayern continuou o futebol total, acrescentando-lhe rigidez e organização, criando igualmente uma receita vencedora.

Derrotou primeiro o Atlético Madrid; após um replay em 1974, o Bayern venceu o Leeds United por 2 a 0 numa final com problemas com o público no Parc des Princes, Paris, França, em 1975; e finalmente, o Saint-Étienne, em Hampden Park, Glasgow, em 1976. Novamente, com o envelhecimento da equipa o Bayern não teve mais vitórias na era da Taça Europeia.

[editar] 1977 a 1984 - fabricado na Inglaterra

Em 1977, ao obter o título derrotando na final o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1 em Roma, o Liverpool iniciou uma época de supremacia dos clubes ingleses, que ganhariam seis títulos consecutivos, num total de sete títulos em oito anos. O próprio Liverpool, em 1978, foi campeão, ao ganhar ao Club Brugge em Wembley.

O Liverpool perdeu a primeira fase do campeonato de 1979 para o também inglês Nottingham Forest, que acabou por ganhar o torneio no que foi uma das mais impressionantes ascenções ao topo do futebol continental na história futebolística da Europa. O Nottingham derrotou a equipa sueca Malmö por 1 a 0 na final em Munique; e pelo mesmo resultado derrotou o Hamburgo, no ano seguinte, na final em Madrid. O Liverpool voltou a sagrar-se campeão em 1981, quando venceu o Real Madrid, em Paris, por 1 a 0, conquistando assim o seu terceiro troféu.

Mostrando a força do futebol inglês no período, o Aston Villa ganhou a competição em 1982 com uma vitória simples sobre o Bayern em Roterdão. O Hamburgo foi o vencedor em 1983, ano em que nenhum clube inglês chegou às finais pela primeira vez em sete anos. No entanto, o Liverpool regressou à final do campeonato no ano seguinte para derrotar a Roma na cidade do adversário, após uma disputa de pénaltis, ganhando o título pela quarta vez. O Liverpool voltaria a defender o título em Bruxelas, no ano seguinte, mas a derrota para a Juventus por 1 a 0 tornar-se-ia irrelevante frente ao desastre do Estádio Heysel, onde 39 adeptos da Juventus morreram. Como punição, os clubes ingleses ficaram 5 anos impedidos de jogar na Liga, sendo o Liverpool impedido por 6 anos.

[editar] 1986 a 1988 - Bucareste, Porto e PSV

Com o banimento dos clubes ingleses das competições europeias por um período de 5 anos, o domínio inglês deu lugar a uma sequência de conquistas inéditas por parte de três clubes; Steaua Bucareste, Porto e PSV Eindhoven.

Tanto o Steaua Bucareste como o PSV Eindhoven ganharam as suas finais através da marcação de grandes penalidades, após um nulo no tempo regulamentar e prolongamento. O Steaua Bucareste derrotou o Barcelona por 2-0 em 1986 e o PSV Eindhoven derrotou o Benfica por 6-5 em 1988.

Em 1987, o Porto, depois de ter sido derrotado 3 anos antes pela Juventus na Final da Taça das Taças de 1984, iria vencer a sua primeira competição europeia. Derrotou o Bayern Munique, na final da então Taça dos Campeões, por 2-1, num jogo marcado pelo golo sui generis apontado de calcanhar pelo jogador africano do ano de 1987, Rabah Madjer.

[editar] 1989 a 1991 - AC Milan e Estrela Vermelha, Belgrado

O Milan conquistou o bi-campeonato em 1989 e 1990. Falhou a tentativa do tri, na final de 1991, quando o vencedor foi a equipa jugoslava do Estrela Vermelha, que venceu o Olympique de Marselha nos pénaltis depois de um jogo sem golos. Neste ano os clubes ingleses já podiam voltar às competições europeias, mas o Liverpool, que venceu o campeonato inglês, tinha mais um ano para cumprir. Nesta altura o Benfica tinha a sua sétima final na Champions League, perdendo em 1989 para o Milan por 1-0; até agora, foi a ultima vez que o Benfica foi visto numa final, apesar de já ter chegado às meias finais muitas vezes - o Benfica é o terceiro clube na Champions League com mais finais disputadas...

[editar] 1992 a 1996 - Domínio espanhol, francês, italiano e holandês

Os clubes ingleses voltaram à Liga no início dos anos 90, mas nenhum deles conseguiu chegar aos quartos-de-final. O Arsenal (1991-92), o Leeds United (1992-93), o Manchester United (1993-94 e 1994-95) e os Blackburn Rovers (1995-96) lutavam para fazer alguma diferença na Europa e eram frequentemente derrotados por equipas bem mais fracas. Isso acontecia em grande parte devido à lei inglesa, que só permitia que três jogadores fossem estrangeiros, fazendo com que as equipas não pudessem utilizar os seus melhores jogadores.

A coroa europeia, então, continuou na cabeça dos clubes continentais. Na final de 1992, jogada no estádio de Wembley, a vitória foi do Barcelona. O Olympique Marselha venceu a final de 1993, mas foram proibidos de defender o título no que foi apenas o início de um colapso que surgiu pela descoberta de denúncias de partidas locais arranjadas por Bernard Tapie. O Marselha acabou por sair da primeira divisão do campeonato francês quando foi descoberto que Tapie tinha alterado a contabilidade do clube. Enquanto isso, a final de 1994 foi vencida com uma entusiasmante vitória do Milan sobre o Barcelona por 4 a 0. O Milan ainda chegou à final no ano de 1995, mas perdeu por 1-0 para um empolgante Ajax que tinha nas suas fileiras o jovem atacante Patrick Kluivert. O Ajax chegou novamente à final em 1996, mas não conseguiu defender o título contra a equipa da Juventus, após decisão por pénaltis.

Já nessa época, a Lei de Bosman, que mudaria radicalmente o futebol europeu, estava em efeito.

[editar] 1997 e 1998 - sucesso alemão e espanhol

O Borussia Dortmund entrou na lista dos campeões da liga europeia em 1997 quando derrotou os então campeões da Juventus na final, depois de terem derrotado os campeões ingleses do Manchester United na semi-final. Mas a temporada de 1996-97 foi uma de progresso para o futebol inglês na liga europeia, porque o Manchester United era então a primeira equipa inglesa a ficar entre os oito melhores na era pós-Heysel.

Em 1997-98, os vice campeões de algumas ligas europeias foram autorizados a disputar o torneio. O título de 1998 foi para o Real Madrid, que levantou a taça pela sétima vez na sua história, e primeira após 1966.

[editar] 1999 - Manchester United leva a Taça da Europa para casa

Numa final emocionante, o Manchester United conquistou o título de Campeão da Europa em 1999. O Manchester foi a primeira equipa inglesa a conquistar a "tríplice coroa": ganhou a Liga dos Campeões, o Campeonato Inglês e a Taça de Inglaterra.

O jogo, disputado em Barcelona (Espanha), é considerada a final mais emocionante de todos os tempos na Liga dos Campeões, já que o Manchester perdia por 1 a 0 para o Bayern de Munique até aos 45 minutos do segundo tempo. Mas após uma reviravolta espectacular com golos de Teddy Sheringham, aos 46 minutos do segundo tempo, e de Ole Gunnar Solskjær, um minuto depois, os "diabos vermelhos" conquistaram o título europeu.

[editar] Final do Século XX e o oitavo título

A última Liga Europeia do século XX foi ganha pelo Real Madrid, campeão espanhol, que venceu o também espanhol Valência por 3-0. A temporada 1999-2000 também viu algumas ligas tradicionais, incluindo a liga inglesa, classificar três equipas para participar na liga milionária.

[editar] Início do Novo Milénio: cinco campeões de cinco países diferentes

A Liga dos Campeões, nos primeiros cinco anos do terceiro milénio, foi conquistada pelos clubes de cinco das maiores potências do futebol europeu da actualidade*: Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Inglaterra. Dessas, 3 foram disputadas por pénalti.

O gigante alemão Bayern Munique ganhou a primeira, em 2001, face ao Valência. O jogo terminou 1 a 1, e o clube alemão venceu o espanhol nos pénaltis por 5 a 4. A partida foi disputada no San Siro, em Milão.

Em 2002, o Real Madrid foi campeão pela nona vez, vencendo o Bayer Leverkusen por 2 a 1, no Hampden Park, em Glasgow, Escócia. A partida ficou marcada pelo espectacular jogo do francês Zinedine Zidane, com um dos maiores golos da história da Liga dos Campeões da UEFA.

A final de 2003 foi italiana, mas jogada na Inglaterra, e o vencedor foi o Milan, que derrotou a Juventus nos pénaltis por 3 a 2, após empate de 0 a 0 no tempo normal. A partida foi disputada no Old Trafford, o estádio do Manchester United.

Em 2004, o Porto derrotou o Monaco por 3-0 (golos de Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev) no estádio de Arena AufSchalke em Gelsenkirchen, Alemanha. Depois de eliminar candidatos como o Manchester United, o Deportivo de La Coruña, e o Lyon, entre outros, a equipa de José Mourinho venceu a final frente ao Mónaco, que por sua vez tinha eliminado equipas como o Chelsea e o Real Madrid. Vítor Baía, que foi considerado melhor guarda-redes da Europa nesta época pela UEFA, aproveitou esta final para aumentar o número de troféus conquistados, sendo a nível mundial o jogador com mais títulos oficiais de futebol.

Em 2005, quando todos apontavam o Milan como favorito, o Liverpool de Luis García, Xabi Alonso e Steven Gerrard surpreendeu a equipa italiana e levou o troféu. Num jogo emocionante cujo primeiro tempo terminou com uma vitória de 3 a 0 do Milan, a equipa inglesa conseguiu o empate nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Após um prolongamento sem golos, o Liverpool conquistou o seu quinto título europeu na marcação de pénaltis.

*A Holanda também pode ser considerada uma potência do futebol europeu, mas não ganhava a competição há mais de 10 anos.

[editar] Novos tempos: Vitória espanhola, vingança à milanesa e festa inglesa

Em 2006, o inglês Arsenal, de Thierry Henry, que nunca foi campeão europeu, chegou à final, depois de eliminar Real Madrid, Juventus e o surpreendente Villarreal. No entanto, precisava de vencer em Paris o favorito Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho e Samuel Eto'o. O clube inglês adiantou-se com um golo de cabeça de Sol Campbell, mas os catalães viraram o resultado no segundo tempo com uma magnífica participação de Henrik Larsson, que tinha entrado durante o jogo, nos dois golos (de Eto'o e Belletti), e conquistaram pela segunda vez a Liga dos Campeões, coroando uma nova grande fase no clube azul-grená.

Em 2007, o Milan consegue a revanche dois anos após ter vencido o Liverpool, ganhando o jogo por 2 a 1 com 2 golos do "iluminado" Filippo Inzaghi. Os seus destaques na competição foram Kaká (marcador da competição), Seedorf e Gattuso, além do capitão Paolo Maldini, que levantou a taça pela quinta vez, na sua sétima final. A equipa italiana eliminou nas fases decisivas Celtic, Bayern de Munique e Manchester United, enquanto os ingleses bateram Barcelona, PSV Eindhoven e Chelsea.

Na temporada 2007-2008, o Liverpool bateu o recorde da maior goleada no formato actual da competição, quando bateu os turcos do Besiktas em Anfield Road, na cidade de Liverpool, por 8 a 0. O recorde pertencia à Juventus de Turim, que em 2003 bateu o Olympiacos Piraeus da Grécia por 7 a 0 e também ao Arsenal, que também na temporada 2007-2008 venceu o Slavia de Praga por 7 a 0.

As semifinais da temporada 2007-2008 foram entre Barcelona FC e Manchester United; e Chelsea FC contra Liverpool FC. Os vencedores foram o Chelsea e o Manchester, que se enfrentaram na final. Pela terceira vez na história, dois clubes do mesmo país enfrentaram-se na final da Champions League e, pela primeira vez, dois ingleses. A final foi no Estádio Luzhniki em Moscovo, Rússia, e terminou com pénaltis, após empate no tempo normal e prolongamento por 1 a 1. Cristiano Ronaldo (marcador da competição) e John Terry (capitão do Chelsea) falharam os seus penaltis, e o guarda-redes Edwin Van Der Sar garantiu o título dos Reds ao defender o chuto de Anelka.

2008/2009 levou de novo às fases finais uma maioria de clubes ingleses, mas na final entre o Manchester United e o FC Barcelona ganhou a equipa da Catalunha. O jogo era também um duelo aguardado entre dois grandes jogadores - Cristiano Ronaldo (Manchestr United) e Lionel Messi (FC Barcelona).

[editar] A Liga dos Campeões da UEFA 2008-09

Será a 54ª edição do torneio Europeu de clubes de futebol e a 17ª edição no actual formato. O campeão de 2008 foi o Manchester United.

[editar] Finais da Competição

Temporada Campeão Resultado Vice-Campeão Estádio
2009/10
Detalhes
Estádio Santiago Bernabéu,
Madrid
2008/09
Detalhes
Barcelona
2 - 0 Manchester United
Estádio Olímpico,
Roma
2007/08
Detalhes
Manchester United
1 - 1
Prolongamento
Chelsea
Estádio Luzhniki,
Moscou
6-5 nos Penaltis
2006/07
Detalhes
Milan
2 - 1 Liverpool
Estádio Olímpico,
Atenas
2005/06
Detalhes
Barcelona 2 - 1 Arsenal
Stade de France,
Saint-Denis
2004/05 Liverpool 3 - 3 Prolongamento Milan Atatürk Olimpiyat Stadyumu,
Istambul
3-2 nos Penaltis
2003/04 Porto
3 - 0 Monaco
Arena AufSchalke,
Gelsenkirchen
2002/03 Milan
0 - 0
Prolongamento
Juventus
Old Trafford,
Manchester
3-2 nos Penaltis
2001/02 Real Madrid
2 - 1 Bayer Leverkusen
Hampden Park,
Glasgow
2000/01 Bayern de Munique
1 - 1
Prolongamento
Valencia
San Siro,
Milan
5-4 nos Penaltis
1999/00 Real Madrid
3 - 0 Valencia
Stade de France,
Saint-Denis
1998/99 Manchester United
2 - 1 Bayern de Munique
Camp Nou,
Barcelona
1997/98 Real Madrid
1 - 0 Juventus
Amsterdam Arena,
Amsterdam
1996/97 Borussia Dortmund
3 - 1 Juventus
Olympiastadion,
Munique
1995/96 Juventus
1 - 1
Prolongamento
Ajax
Estádio Olímpico,
Roma
4-2 nos Pênaltis
1994/95 Ajax
1 - 0 Milan
Ernst Happel Stadion,
Viena
1993/94 Milan
4 - 0 Barcelona
Estádio Olímpico,
Atenas
1992/93 Olympique de Marselha
1 - 0 Milan
Olympiastadion,
Munique
O Olympique de Marselha foi impedido de participar no ano seguinte devido à corrupção no campeonato Francês, mas o seu título foi mantido.
1991/92 Barcelona
1 - 0
TE
Sampdoria
Wembley,
Londres
1990/91 Estrela Vermelha
0 - 0
TE
Olympique de Marselha
Stadio San Nicola,
Bari
5-3 nos Penaltis
1989/90 Milan
1 - 0 Benfica
Prater Stadium,
Viena
1988/89 Milan
4 - 0 Steaua Bucareste
Camp Nou,
Barcelona
1987/88 PSV Eindhoven
0 - 0
Prolongamento
Benfica
Neckarstadion,
Stuttgart
6-5 nos Penaltis
1986/87 FC Porto
2 - 1 Bayern de Munique
Prater Stadium,
Viena
1985/86 Steaua Bucareste
0 - 0
TE
Barcelona
Ramón Sánchez Pizjuán,
Sevilha
2-0 nos Penalties
1984/85 Juventus
1 - 0 Liverpool
Estádio de Heysel,
Bruxelas
A Tragédia de Heysel ocorreu no final deste jogo.
Consequentemente, nos cinco anos seguintes, todos os clubes ingleses foram banidos das competições europeias e o Liverpool levou 6 anos de punição.
1983/84 Liverpool
1 - 1
TE
Roma
Estádio Olímpico,
Roma
4-2 nos Penaltis
1982/83 Hamburgo
1 - 0 Juventus
Estádio Olímpico,
Atenas
1981/82 Aston Villa
1 - 0 Bayern de Munique
De Kuip,
Roterdam
1980/81 Liverpool
1 - 0 Real Madrid
Parc des Princes,
Paris
1979/80 Nottingham Forest
1 - 0 Hamburgo
Santiago Bernabéu,
Madrid
1978/79 Nottingham Forest
1 - 0 Malmö
Olympiastadion,
Munique
1977/78 Liverpool
1 - 0 Brugge
Wembley,
Londres
1976/77 Liverpool
3 - 1 Borussia Mönchengladbach
Estádio Olímpico,
Roma
1975/76 Bayern de Munique
1 - 0 Saint-Etienne
Hampden Park,
Glasgow
1974/75 Bayern de Munique
2 - 0 Leeds United
Parc des Princes,
Paris
1973/74 Bayern de Munique
1 - 1
TE
Atlético de Madrid
Estádio de Heysel,
Bruxelas
Bayern de Munique ganhou na final repetida, 4 - 0
1972/73 Ajax
1 - 0 Juventus
Crvena Zvezda Stadium,
Belgrado
1971/72 Ajax
2 - 0 Inter de Milão
De Kuip,
Roterdam
1970/71 Ajax
2 - 0 Panathinaikos
Wembley,
Londres
1969/70 Feyenoord
2 - 1
Prolongamento
Celtic
San Siro,
Milan
1968/69 Milan
4 - 1 Ajax
Santiago Bernabéu,
Madrid
1967/68 Manchester United
4 - 1
TE
Benfica
Wembley,
Londres
1966/67 Celtic
2 - 1 Inter de Milão
Estádio Nacional,
Jamor, cerca de Lisboa
1965/66 Real Madrid
2 - 1 Partizan Belgrade
Estádio de Heysel,
Bruxelas
1964/65 Inter de Milão
1 - 0 Benfica
San Siro,
Milan
1963/64 Inter de Milão
3 - 1 Real Madrid
Prater Stadium,
Viena
1962/63 Milan
2 - 1 Benfica
Wembley,
Londres
1961/62 Benfica
5 - 3 Real Madrid
Olympisch Stadion,
Amsterdam
1960/61 Benfica
3 - 2 Barcelona
Wankdorf Stadium,
Berna
1959/60 Real Madrid
7 - 3 Eintracht Frankfurt
Hampden Park,
Glasgow
1958/59
Detalhes
Real Madrid
2 - 0 Stade de Reims
Neckarstadion,
Stuttgart
1957/58
Detalhes
Real Madrid
3 - 2
Prolongamento
Milan
Estádio de Heysel,
Bruxelas
1956/57
Detalhes
Real Madrid
2 - 0 Fiorentina
Santiago Bernabéu,
Madrid
1955/56
Detalhes
Real Madrid
4 - 3 Stade de Reims
Parc des Princes,
Paris

[editar] Marcadores

Temporada Jogador Clube Golos
1955/56 Miloš Milutinović Partizan Belgrado
8
1956/57 Bandeira da Inglaterra Dennis Viollet Manchester United
9
1957/58 border Alfredo di Stéfano Real Madrid
10
1958/59 border border Just Fontaine Stade Reims
10
1959/60 border Ferenc Puskás Real Madrid
12
1960/61 Bandeira de Portugal José Águas Benfica
11
1961/62 Bandeira da Alemanha Heinz Strehl Nuremberg
8
1962/63 Bandeira do Brasil border José João “Mazzola” Altafini Milan
14
1963/64 Vladimir Kovačević / border Sandro Mazzola / border Ferenc Puskás Partizan Belgrado / Internazionale / Real Madrid
7
1964/65 Bandeira de Portugal Eusébio / Bandeira de Portugal José Torres Benfica / Benfica
9
1965/66 Bandeira de Portugal Eusébio / border Flórián Albert Benfica / Ferencváros
7
1966/67 border Paul van Himst / Jürgen Piepenburg Anderlecht / Vorwärts Berlim
6
1967/68 Bandeira de Portugal Eusébio Benfica
6
1968/69 border Denis Law Manchester United
9
1969/70 Bandeira da Inglaterra Mick Jones / border Ove Kindvall Leeds United / Feyenoord
8
1970/71 Grécia Antonis Antoniadis Panathinaikos
10
1971/72 Bandeira dos Países Baixos Johan Cruijff / border Antal Dunai / border Lou Macari / Silvester Takač Ajax / Újpest / Celtic / Standard Liège
5
1972/73 Bandeira da Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
12
1973/74 Bandeira da Alemanha Gerd Müller Bayern Munique
8
1974/75 Bandeira da Alemanha Gerd Müller / Eduard Markarov Bayern Munique / Ararat Yerevan
5
1975/76 Bandeira da Alemanha Jupp Heynckes Borussia Mönchengladbach
6
1976/77 border Franco Cucinotta / Bandeira da Alemanha Gerd Müller Zurique / Bayern Munique
5
1977/78 border Allan Simonsen Borussia Mönchengladbach
5
1978/79 border Claudio Sulser Grasshopper
11
1979/80 border Søren Lerby Ajax
10
1980/81 Bandeira da Alemanha Karl-Heinz Rummenigge / Bandeira da Inglaterra Terry McDermott / border Graeme Souness Bayern Munique / Liverpool / Liverpool
6
1981/82 Bandeira da Alemanha Dieter Hoeneß Bayern Munique
7
1982/83 border Paolo Rossi Juventus
6
1983/84 Viktor Sokol Dínamo Minsk
6
1984/85 border Michel Platini / border Torbjörn Nilsson Juventus / IFK Göteborg
7
1985/86 border Torbjörn Nilsson IFK Göteborg
6
1986/87 Borislav Cvetković Estrela Vermelha
7
1987/88 Bandeira de Portugal Rui Águas / border Jean-Marc Ferreri / border Ally McCoist / border Míchel / Gheorghe Hagi / border Rabah Madjer Benfica / Bordeaux / Glasgow Rangers / Real Madrid / Steaua Bucareste / Porto
4
1988/89 Bandeira dos Países Baixos Marco van Basten Milan
10
1989/90 border Jean-Pierre Papin / Bandeira do Brasil Romário Olympique Marselha / PSV Eindhoven
6
1990/91 border Jean-Pierre Papin / border Peter Pacult Olympique Marselha / Tirol Innsbruck
6
1991/92 border Jean-Pierre Papin / border border Serhiy Yuran Olympique Marselha / Benfica
7
1992/93 Bandeira do Brasil Romário PSV Eindhoven
7
1993/94 Bandeira dos Países Baixos Ronald Koeman / border Wynton Rufer Barcelona / Werder Bremen
8
1994/95 border George Weah Paris Saint-Germain
8
1995/96 border Jari Litmanen Ajax
9
1996/97 border Ally McCoist Glasgow Rangers
6
1997/98 border Alessandro del Piero Juventus
10
1998/99 border Andriy Shevchenko / border Dwight Yorke Dínamo Kiev / Manchester United
8
1999/00 Bandeira do Brasil Rivaldo / Bandeira do Brasil Jardel / border Raúl / border Serhiy Rebrov Barcelona / Porto / Real Madrid / Dínamo Kiev
10
2000/01 Bandeira do Brasil Jardel / border Raúl Galatasaray / Real Madrid
17
2001/02 Bandeira dos Países Baixos Ruud van Nistelrooij Manchester United
10
2002/03 Bandeira dos Países Baixos Ruud van Nistelrooij Manchester United
12
2003/04 border Fernando Morientes Monaco
9
2004/05 Bandeira dos Países Baixos Ruud van Nistelrooij Manchester United
8
2005/06 border Andriy Shevchenko Milan
9
2006/07 Bandeira do Brasil Kaká Milan
10
2007/08 Bandeira de Portugal Cristiano Ronaldo Manchester United
8
2008/09 border Lionel Messi FC Barcelona
9

Notas:

  • os dados desta tabela vêm em ordem respectiva.
  • os jogadores José Águas e Eusébio nasceram, respectivamente, em Angola e Moçambique, que foram possessões portuguesas até 1975.
  • os ex-jugoslavos Milutinović, Kovačević e Katač são sérvios, assim como os clubes do Partizan e do Estrela Vermelha; Cvetković é croata.
  • dentre os ex-soviéticos, Markarov é do Azerbaijão, mas jogava num clube armêénio (o Ararat Yerevan); Sokol e o seu clube (Dínamo Minsk) são bielorrussos; e Yurané ucraniano (mas jogou pela Rússia), sendo que a URSS de desintegrou quando a edição estava em andamento.

[editar] Desempenho por Clube

País Clube Nº de vitórias Nº de Vices Aproveitamento
 Espanha Real Madrid
9
3
75,0%
border Itália Milan
7
4
63,3%
border Inglaterra Liverpool
5
2
71,4%
border Alemanha Bayern de Munique
4
3
57,1%
border Países Baixos Ajax
4
2
66,6%
border Inglaterra Manchester United
3
0
100%
border Portugal Benfica
2
5
28,5%
border Itália Juventus
2
5
28,5%
 Espanha Barcelona
3
3
50,0%
border Itália Inter de Milão
2
2
50,0%
border Inglaterra Nottingham Forest
2
0
100%
border Portugal Porto
2
0
100%
border Escócia Celtic
1
1
50,0%
border Alemanha Hamburgo
1
1
50,0%
border Romênia Steaua Bucareste
1
1
50,0%
Bandeira da França França Olympique de Marselha
1
1
50,0%
border Iugoslávia Estrela Vermelha
1
0
100%
border Países Baixos PSV Eindhoven
1
0
100%
border Países Baixos Feyenoord
1
0
100%
border Inglaterra Aston Villa
1
0
100%
border Alemanha Borussia Dortmund
1
0
100%
 Espanha Valencia
0
2
0,0%
Bandeira da França França Stade de Reims
0
2
0,0%
border Inglaterra Arsenal
0
1
0,0%
Bandeira da França França Monaco
0
1
0,0%
border Alemanha Bayer Leverkusen
0
1
0,0%
border Itália Sampdoria
0
1
0,0%
Itália Itália Roma
0
1
0,0%
 Bélgica Brugge
0
1
0,0%
border Alemanha Borussia Mönchengladbach
0
1
0,0%
Bandeira da França França Saint-Etienne
0
1
0,0%
border Inglaterra Leeds United
0
1
0,0%
 Espanha Atlético de Madrid
0
1
0,0%
 Grécia Panathinaikos
0
1
0,0%
border Alemanha Eintracht Frankfurt
0
1
0,0%
border Itália Fiorentina
0
1
0,0%
border Suécia Malmö
0
1
0,0%
border Iugoslávia Partizan
0
1
0,0%
border Inglaterra Chelsea
0
1
0,0%

|

[editar] Desempenho por Nação

Nação Nº de vitórias Nº total de finais Aproveitamento
border Inglaterra
11
15
73,3%
 Espanha
12
21
55,0%
border Itália
11
25
44,0%
border Alemanha
6
13
46,1%
border Países Baixos
6
8
75,0%
border Portugal
4
9
44,4%
Bandeira da França França
1
6
14,2%
border Romênia
1
2
50,0%
border Escócia
1
2
50,0%
border Iugoslávia
1
2
50,0%
 Bélgica
0
1
0,0%
 Grécia
0
1
0,0%
border Suécia
0
1
0,0%

[editar] Trivia

  • Francisco Gento é o único jogador a ganhar seis taças.
  • Clarence Seedorf é o único jogador a ganhar troféus por três clubes diferentes:
  • A cidade de Milão, Itália, é a unica a vencer com dois clubes diferentes: Inter e Milan (Os dois clubes já venceram 9 taças no total)
  • Apenas 4 clubes foram campeões de forma invicta: Inter Milão (1964) e Ajax de Amsterdão (1972), com 7 vitórias e 2 empates; Manchester United (1999), com 5 vitórias e 6 empates; Barcelona (2006) com 9 vitórias e 4 empates e o Manchester United novamente em 2008 com 10 vitórias e 3 empates.
  • Sir Alex Ferguson foi o único técnico a ganhar dois troféus de forma invicta (1999 e 2008, ambos com o Manchester United)
  • Real Madrid tem o recorde de participações consecutivas na Copa dos Campeões, com 15, de 1955/56 a 1969/70.
  • Benfica e Juventus são os clubes com mais finais perdidas, 5 cada um.
  • Só três vezes na final estiveram presente dois clubes do mesmo país: Real Madrid 3x0 Valência (1999/00), AC Milan 0x0 Juventus (2002/03) e Manchester United 1x1 Chelsea (2007/2008).
  • Na longa história da Taça, só 4 vezes existiram derby entre equipas da mesma cidade:
    • 1958/59 Real Madrid vs Atlético de Madrid (semi-finais)
    • 2002/03 Internazionale (Milão) vs A.C. Milan (semi-finais)
    • 2002/03 Arsenal vs Chelsea (quartas-de-finais)
    • 2004/05 Internazionale vs A.C. Milan (quartas-de-finais) - A segunda abandonou por causa de distúrbios com os adeptos do Inter.
  • Manchester United, Celtic e PSV Eindhoven são os únicos clubes a conseguir uma "tríplice coroa" - ganhar o campeonato nacional, a taça nacional e a Liga dos Campeões. O Manchester United conseguiu na temporada de 1998/99, além da Taça Intercontinental também conhecida como Mundial Interclubes. O Celtic, além das três competições, ainda venceu a taça de Glasgow e a taça da liga Escocesa no ano de 1966/67. Em 1987/88 foi a vez do PSV conseguir este feito.
  • Ajax de Amsterdão foi invencível na Liga dos Campeões durante vinte partidas, desde 1985/86 a Março de 1996.
  • Em 2002/03 a semifinal entre os rivais de Milão, AC Milan e Inter foi a primeira vez em que ambos os jogos a duas mãos foram no mesmo estádio, San Siro. Esta situação repetiu-se em 2004/05, na fase de quartas-de-final.
  • Apenas duas pessoas venceram o Liga dos Campeões no mesmo clube como jogador e depois como treinador. Miguel Muñoz do Real Madrid conseguiu como jogador em 1955/56 e 1956/57 e depois como treinador em 1966/67. Em 1988/89 e 1989/90 foi a vez do então jogador do AC Milan, Carlo Ancelotti, que venceu também em 2002/03 e 2006/07 como treinador.
  • Apenas cinco pessoas venceram a liga dos campeões como jogador e treinador. Além de Miguel Muñoz e Carlo Ancelotti citados acima, também conseguiu essa façanha Johan Cruyff (como jogador foi tri-campeão 1970/71, 1971/72 e 1972/73 pelo Ajax e como técnico foi campeão em 1991/92 pelo Barcelona) o italiano Giovanni Trapatoni (como jogador foi campeão pelo Milan nos anos 60 e como tecnico foi campeão pela Juventus)e o holandês Frank Rijkaard (como jogador do Milan foi campeão em 1988/89 e 1989/90 e como treinador com Barcelona em 2005/2006).
  • Cesare Maldini e o seu filho Paolo Maldini são os únicos pai e filho a capitanear a mesma equipe a vencer a competição. Cesare liderou o AC Milan em 1962/63, e o Paolo em 2002/03 e 2006/07.
  • A música que dá na televisão no início da competição é de Tony Britten, baseada no hino de coroação "Zadok the Priest", de George Friedrich Handel, e conta com a actuação do Chorus of the Academy of St. Martin in the Fields e da Royal Philharmonic Orchestra.
  • Ottmar Hitzfeld e Ernst Happel são os únicos treinadores na história da competição a vencer a Liga dos Campeões em clubes diferentes.
  • Olympique de Marselha foi o primeiro clube a vencer a competição com o novo formato em 1993.
  • Manchester United foi o primeiro vencedor do torneio sem ter ganho no ano anterior o campeonato nacional (ficara em segundo atrás do Arsenal).
  • Nottingham Forest é o único a ter ganho a competição, e ter sido rebaixado para fora das duas mais importantes ligas do seu país (rebaixado para a 3ª divisão).
  • O time alemão do Bayer Leverkusen é o único time que chegou a final da Liga dos Campeões sem nunca ter ganho a Liga do seu próprio país.
  • O FC Porto é a equipa portuguesa com mais presenças na Liga dos Campeões desde que esta passou a ser denominada assim, falhando as épocas 1994/95 e 2002/03, ano em que venceu a Taça UEFA.
  • Em termos absolutos, o Benfica, com 26 presenças, é a equipa portuguesa com mais presenças em toda a história da competição. O FC Porto com 22 presenças, o Sporting com 13, e o Boavista com 3, são as restantes equipas que já participaram na Taça/Liga dos Campeões.
  • AC Milan e Liverpool, cada qual conquistou 2 de seus respectivos títulos em uma mesma cidade/estádio: AC Milan (1993/94 e 2006/07), no Estádio Olímpico, em Atenas; e Liverpool (1976/77 e 1983/84), no Estádio Olímpico, em Roma.

[editar] Ligações externas


Épocas da Taça dos Campeões Europeus

1955-56 - 1956-57 - 1957-58 - 1958-59 - 1959-60 - 1960-61 - 1961-62 - 1962-63 - 1963-64 - 1964-65 - 1965-66 - 1966-67 - 1967-68 - 1968-69 - 1969-70 - 1970-71 - 1971-72 - 1972-73 - 1973-74 - 1974-75 - 1975-76 - 1976-77 - 1977-78 - 1978-79 - 1979-80 - 1980-81 - 1981-82 - 1982-83 - 1983-84 - 1984-85 - 1985-86 - 1986-87 - 1987-88 - 1988-89 - 1989-90 - 1990-91 - 1991-92

Épocas da Liga dos Campeões da UEFA

1992-93 - 1993-94 - 1994-95 - 1995-96 - 1996-97 - 1997-98 - 1998-99 - 1999-00 - 2000-01 - 2001-02 - 2002-03 - 2003-04 - 2004-05 - 2005-06 - 2006-07 - 2007-08 - 2008-09

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