Mendanha

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Índice

[editar] Histórico

A área do Mendanha originou-se da antiga “Fazenda do Mendanha”.

O nome Mendanha tem sua origem vinculada ao primeiro proprietário daquela fazenda, o Sargento-Mor Luiz Vieira Mendanha , poderoso senhor de escravos e grande produtor de açúcar e aguardente. A fazenda Mendanha ganhou notoriedade devido ao fato de ter sido uma das primeiras terras cariocas a desenvolver-se no cultivo do café e, principalmente, porque de lá saíram grande parte das matrizes dos maiores cafezais fluminenses , que se alastraram pelo Vale do paraíba, até São Paulo, sendo responsável pela riqueza dessas áreas. As primeiras mudas de café chegaram a Campo Grande através do padre Antônio Couto da Fonseca, então proprietário da fazenda Mendanha, que as recebeu do Bispo Justiniano, um dos primeiros a cultivar o café no Rio de Janeiro.

Segundo os registros do IPLAN, a base da riqueza e do povoamento de Campo Grande ocorreu basicamente devido ao cultivo pioneiro do café . Outro fato que é responsável pela sua importância é ter pertencido a Francisco Freire Allemão, médico que devido ao reconhecimento que tinha como cientista na época, tornou-se o médico particular de D. Pedro II, entre outras funções públicas de relevo.

Entre os séculos XIX e XX, com ao Lei Áurea e a expressiva extinção dos cafezais, a região passa a ter destaque com a lavoura da laranja que parece ter atingido um grande surto por volta de 1926, quando aumentaram as possibilidades de exportação para a Europa Ocidental.

Com o fim do ciclo da laranja, decorrente da crise iniciada durante a Segunda Guerra Mundial, dá-se então início ao cultivo de outros produtos agrícolas e o aparecimento do primeiro loteamento.

Atualmente a população do Mendanha é composta por famílias vinculadas, em grande parte, ao trabalho agrícola na região. Ali habitam e trabalham pessoas de origem brasileira e de origem portuguesa. Grande parte dos portugueses são da Ilha da Madeira. Vale ressaltar que, mesmo em percentual menor, o elemento português exerce uma influência cultural muito grande na região. Sua participação, ainda que em menor número, é bastante expressiva, principalmente, quando consideramos que, dentre estes grupos, o dos portugueses revelam uma posição sócio-econômica melhor se comparada a situação dos grupos de brasileiros. De modo geral, o padrão sócio-econômico-cultural é considerado baixo. E assim, a realidade vivenciada, hoje, pela comunidade pouco reflete os méritos alcançados o passado ainda que a importância histórica da região esteja registrada durante o ciclo do café e da laranja.

[editar] Aspectos Gerais

O Mendanha é um sub-bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, RJ. É sub dividido em áreas conhecidas por nomes próprios, mas sem por isso, deixarem de denominar-se também de Mendanha : no centro, os loteamentos Jardim Mendanha e o Novo Mendanha e os Conjunto Votorantin e o Campo Belo; a leste, os loteamentos Caminho do Ceara e o Jardim Nossa Senhora das Graças (também conhecida com “Carobinha”, devido ao nome da rua principal); a noroeste, a Serrinha-Mendanha, tipicamente rural. O restante da área do sub-bairro é composta por disposição aleatória de residências e sítios rurais, a maioria em franca produção agrícola.

Por ser parte integrante do maciço do Mendanha, a região apresenta relevo acidentado, caracterizado por planícies e elevações. Outra característica é o numero expressivos de rios e córregos que nascem na Serra do Mendanha e cortam a área; esses cursos d’água compõem a microbacia da baía de Sepetiba e favorecem as baixas temperaturas comuns na região, principalmente nos meses de junho, julho e agosto.

[editar] O maior produtor de chuchu do Estado do RJ

Na baixada do Mendanha vivem cerca de 840 famílias de pequenos agricultores que se dedicam ao cultivo de leguminosas, hortaliças, frutas (principalmente a banana, o caqui e a manga) e, em especial, a exploração do chuchu. O mendanha é o primeiro produtor de chuchu do Estado do Rio de Janeiro, com 1.000 toneladas por hectare ao mês, numa perfeita conciliação da produção agrícola com o meio ambiente. Parte da família vai para a colheita com os empregados contratados para este período. Como essas pessoas são quase todas de mesma origem e se dedicam as mesmas atividades produtivas, é natural que surjam muitos casamentos entre os membros destas famílias. Os jovens se conhecem nas escolas, nas festas ou pelos caminhos e passam pelas fases de namoro, noivado até o casamento religioso nas igrejas da região.

[editar] Expansão da área urbana

O Mendanha embora historicamente vinculado ao desenvolvimento da agricultura, que favoreceu o crescimento da Região Oeste , vem apresentando nos últimos anos alterações na sua paisagem com a expansão urbana. O aparecimento do primeiro loteamento, foi no início da década de 60 (Jardim Mendanha) Apareceram também três conjuntos residenciais construídos pelo Governo do Estado: o “Votorantin”, em 1983, o “caminho do Ceará”, em 1993 ( ocupado por invasores antes mesmo da construção das residências ) e o “Campo Belo” de 1999. Um grande problema tem sido o surgimento de loteamentos irregulares nos últimos anos, sendo que o maior deles, o “Jardim Nossa Senhora das Graças”, foi abandonado pela empreiteira e ocupado inicialmente por 115 famílias oriundas da Favela Barreira do Vasco, na Zona Norte no final da década de 80, e hoje é conhecido como “Carobinha”, nome da rua principal deste loteamento. Esse fenômeno tem degradado bastante o local, tendo em vista a falta de estrutura dessas áreas, o que, aliada à inércia do poder público, tem levado toda a região à um processo de “favelização”. Mas esse crescimento não se reflete na melhora da infra-estrutura, principalmente de transporte e serviços. Assim como em toda a região, o IDH local é baixo, sendo que a situação é mais grave nas áreas de ocupação irregular, principalmente no loteamento Jardim Nossa Senhora das Graças, onde nesses locais é alto o número de desempregados ou informalmente empregados. Analisando-se os fragmentos urbanos que compõem o Mendanha: Loteamento Mendanha, Jardim Nossa Senhora das Graças, Conjunto Campo Belo e Conjunto Votorantin, são os habitantes dos dois conjuntos habitacionais, por majoritariamente serem funcionários públicos, que apresentam maior estabilidade na renda, não que isso represente uma alteração significativa em relação aos demais grupos de moradores: no Campo Belo há o maior número de funcionários do Estado e o Conjunto Votorantin, que na década de 80 era composto praticamente de funcionários da extinta Telerj, apresenta hoje uma grande concentração de aposentados e pensionistas, tanto do INSS como do Iperj. Mas, de um modo geral, a população do “Mendanha urbano” se concentra nas classes C, D e E.

[editar] Hábitos e costumes

As festas religiosas são o maior acontecimento social da comunidade. As igrejas N. S. da paz, Sagrada Família e N. S. da Conceição e Santo Antônio atraem pessoas de toda a localidade e áreas próximas. Mantém-se nessas festas a tradição da procissão, da missa solene, as barracas de comidas típicas e os bingos e leilões. Essas festas são realizadas geralmente aos domingos e as famílias aproveitam para rever parentes e amigos que vivem em bairros distantes. Além disso, não podemos esquecer os bailes funks dos fins de semana ocorrido na "rua carobinha" que fazem a alegria dos moradores da região.

[editar] Moradores Ilustres

5.1 - Freire Allemão

Francisco Freire Allemão de Cisneiro nasceu na “Fazenda do Mendanha”, em 24 de junho de 1797, iniciou a sua vida pública como sacristão, na capela da Fazenda do Mendanha, onde aprendeu os primeiros rudimentos em latim com o Padre Antônio Couto da Fonseca. Formou-se médico pela Academia Médico Cirúrgico e completou seus estudos na Santa casa, em Paris. Voltando ao Brasil, foi professor da Academia Militar e diretor do Museu Nacional. Presidente duas vezes da Academia Imperial de Medicina e fundador da Sociedade Velosiana para estudos da botânica. Foi o pioneiro na avaliação do grave problema do bócio endêmico no Brasil, observando que populações de Minas Gerais. Membro do Instituto Histórico e Geográfico. Autor de dezenas de publicações e desenhos sobre plantas brasileiras, descrevendo muitas plantas novas. Contribuiu para a notável obra de raridade de Von Martius – Minervas Brasiliensis, escrevendo em latim. Integrou a comissão científica que fez a exploração do Ceará (Comissão das Borboletas). Foi médico do Paço Imperador, médico pessoal de D. Pedro II, após curá-lo de uma moléstia, privando da biblioteca do Imperador. Recebeu condecorações de “Oficial da Ordem das Rosas” e “Cavalheiro de Cristo”. Foi comissionado para ir à Itália buscar Teresa Cristina, noiva do Imperador D. Pedro II. E depois de percorrer quase todo o Brasil em missões científicas, por uma feliz coincidência do destino, em avançada idade, depois de desempenhar as mais elevadas funções públicas, voltou ao seu velho sítio do Mendanha, herança de seus pais: João Freira Allemão e dona Feliciana Angélica do Espírito Santo, e lá passou seus últimos anos de vida, falecendo deste modo no mesmo local de seu nascimento, descendo à terra do esquecimento em 11 de novembro de 1874.. Sua casa, já bastante estragada, localiza-se no final do Caminho da Pirangaba, na Estrada do Guandu, próximo ao Largo do Mendanha.

5.2 - Augusto de Vasconcelos

Foi médico e senador da República.

5.3 - Moacyr Sreder Bastos

Foi professor e fundador da primeira instituição de ensino superior da Zona oeste do Rio de Janeiro.

[editar] Serra do Mendanha

A Serra do mendanha tem suas encostas voltadas para os municípios do Rio de janeiro e Nova Iguaçu, ocupando uma vasta área que, do lado do município do Rio, tem início em Bangu, no Gericinó, e vai até o morro Manuel José, no Mendanha e Campo Grande. Sua floresta (floresta mãe que deu origem à floresta da Tijuca), além de ser o manancial de vários rios da bacia do Guandú e significativa reserva da Mata Atlântica, com um ecossistema singular. Houve informação de que os geólogos Alberto Lamengo e Vítor Klein descobriram duas carteras vulcânicas. A floresta do Mendanha é rica em madeira de lei como o jatobá, o angico, o cedro, monjolo, jatobá, cabiúna, gameleira, jacarandá entre outras espécies, o que a fazem cobiçada por exploradores de madeira que, no entanto, encontram a barreira da área de treinamento do batalhão militar de sobrevivência na selva. Além destas grandes árvores e arbustos, alguns de valor medicinal. Encontram ali habitat e clima propício para uma variada fauna. Os animais mais comumente encontrados são: a preguiça, o mico, a paca, o tatu, o gambá e muito rara a cuica d’água, de hábitos noturnos e específicos.

6.1 - O Vulcão do Mendanha

Conforme os trabalhos científicos durante o século XX, há aproximadamente 40 milhões de anos (de fato 60 milhões de anos), dois vulcões entraram em erupção na proximidade de Nova Iguaçu: um na Serra do Mendanha em Campo Grande, denominado "Chaminé do Lamego", e o outro na Serra de Madureira em Nova Iguaçu, chamado do "Vulcão de Nova Iguaçu". As atividades vulcânicas da região litorânea do Estado do Rio de Janeiro foram propostas pela primeira vez em 1867, pelo geólogo americano Orville Derbley, diretor do extinto IAB (Instituto de Arqueologia Brasileira). As rochas vulcânicas do Mendanha foram apresentados em 1935 pelo geólogo Alberto Ribeiro Lamego, quando fazia a cartografia do antigo Distrito Federal. Ele propôs a existência de bombas vulcânicas no morro Manuel José, um local próximo à Cachoeira do Mendanha, porém não apresentaou as descrição geológica e litológicas do campo. A hipótese do vulcão não chamava atenção do público em geral até que em 1966. O arqueólogo Carlos Manes Bandeira opinou que existe a cratera do Vulcão do Mendanha na cabeceira do Rio Guandu-Sapê, porém sem apresentação de provas vulcanológicas e geológicas. Segundo este documento, o vulcão pode ser visto da Estrada do Mendanha e da Avenida Brasil na altura de Campo Grande, sua altura é de aproximadamente 300 metros e sua cratera coberta de 400 metros de diâmetro. Em 1980, os geólogos Victor de Carvalho Klein e André Calixto Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, propuseram um outro ponto de erupção vulcânica, agora na Serra de Madureira, nos limites entre os municípios de Nova Iguaçu e Rio de Janeiro, e que virou atração turística para aventureiros amntes de eportes radicais. Esse outro ponto de erupções, que denominou-se “Vulcão de Nova Iguaçu” foi fortemente divulgação feito pela mídia,em reportagens na Rede Globo e na "Folha de São Paulo". Entretanto, o vulcão de Nova Iguaçu não é um consenso nos meios acadêmicos, estando atualmente em discursão nessas comunidades cintificas: geólgos com opinião contrarias a hipótese de erupções na Serra de Madureira - fronteiriça à Serra do Mendanha - , dizem que, devido a Serra da Madureira ser composta de nefelina sienito, uma rocha plutônica, formada por quilômetros de profundidade e portanto incompatível com a hipótese do vulcão extinto. Em 2006, os geólogos Akihisa Motoki, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Susanna Eleonora Sichel, da Universidade Federal Fluminense, publicaram um artigo científico sobre as rochas do maciço Mendanha e da Serra do Madureira, apresentando, segundo eles, a inviabilidade científica, ou seja, a inexistência dos vulcões nesta região. A partir de 2007, uma série de artigos publicados em periódicos científicos pelo mesmo grupo de pesquisa teriam comprovado a inexistência da cratera, do cone, das bombas vulcãnicas, dos fluxos piroclásticos e das lavas no maciço Mendanha, ou seja, inexistência dos vulcões. Conforme essas publicações científicas, não existiriam edifícios vulcânicos. Porem, há ressalvas nestes estudos: um deles foi a região estuda por estes pesquisadores, que ficou restrita à área da pedreira Irmãos Vigne, no bairro Alvorada, em Nova Iguaçu, não contemplando a região do morro Manuel José no maciço do Gericino – Mendanha; outra foi desprezar os estudos anteriores dos demais estudiosos que pesquisaram amplamente o fenômeno das erupções vulcânicas região anteriormente, como os professores José Gomes Valença e Helio Penha (UFRJ) e Vítor de Carvalho Klein (UFRRJ), descaracterizando-os como “estudos acadêmicos”. O grupo de pesquisadores contrários a existência das erupções chegou a alterar paginas na Wikipedia, como esta, no intuito de impor as suas conclusões, sem no entanto, enfatizar que na verdade, os resultados obtidos em sues estudos ainda estão em discursão na comunidade acadêmica, podendo ou não ser reais . Outra observação foi a de considerar na sobriedade de um trabalho cientifico que “o mito dos vulcões foi um fenômeno social , e que continuaria em grupos de promoção de turismo naturais”. Entre os moradores do Mendanha nunca houve em nenhuma época esse “fenômeno social “ descrito na pesquisa, uma espécie de “queremismo” pela existência do vulcão, existência essa que é na verdade ignorada no dia-a-dia dos moradores, que não se beneficiam atualmente pela “promoção de grupos de turismo naturais”.

6.2 - Cachoeira do Mendanha

Nascentes de águas cristalinas, com quedas d’água formadas por desníveis do Rio Guandu do Sapé, na Serra do Mendanha. Fica a 20 minutos da Av. Brasil, seguindo desta pela Estrada do Mendanha rumo à Serra até a Estrada Abílio Bastos, seguindo por esta até o seu final; daí, segue-se a caminhada por uma trilha por 50 minutos no meio da mata da Floresta do Mendanha, quando finalmente o caminhante suado e cansado pode apreciar a beleza exuberante do local.

[editar] Referências Bibliográficas

- Projeto de Estruturação Urbana -PEU

- Unidade Espacial de Planejamento de Campo Grande - IPlAN-RIO. Dezembro de 1985.

- Ver documento SECPLAN - Secretaria de Programas de Governo - GB (Estado) - II Desenvolvimento Urbano/ Campo Grande - Governo Chagas Freitas - IPLAN/ RJ. 1974.

- Os dados foram colhidos da monografia de Heleno Getúlio Paulo. Elementos do Processo de Ocupação Populacional na Zona Oeste do Rio de Janeiro 1980-1992. Faculdade de Filosofia de Campo Grande. Rio de Janeiro. 1994.

- Sobre as culturas deste período verificar as observações de Hilda da Silva “Uma Zona Agrícola do Distrito Federal- O Mendanha”. In Revista Brasileira de Geografia XX nº4 IBGE-1958 e Lúcia de Oliveira Aspectos Geográficos da Zona Agrícola do Rio da Prata. In “Revista Brasileira de Geografia”. XXII nº 1 Rio de Janeiro. IBGE. Janeiro/março de 1960.

- Sobre o período cafeeiro ver artigo “Campo Grande 323 anos de história” in Jornal Zona Oeste . Semana de 29/06 a 05/07/96. Nº 1054. Rio de Janeiro 1996.

- Informações obtidas através dos documentos do IPLAN-Rio e do Jornal Zona Oeste. N° 1054. Rio de Janeiro. 1996.

- Ver nos arquivos do IPLAN XVIII R. A. Campo Grande, 1976.

- Há registros de que foi na década de 1920 que os migrantes portugueses se instalaram na região. Ver o trabalho de Lúcia de Oliveira Aspectos Geográficos da Zona Agrícola do Rio da Prata. In “Revista Brasileira de Geografia”. XXII nº 1 Janeiro/março de 1960. P.58

- Revista do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro – Tomo 36, II Parte, Rio, 1875, Pág. 51 – 126.

- Há registros - no artigo “Campo Grande, dos laranjais à fumaça industrial”- que neste período ocorreu também a praga conhecida como “ fumagia” que atingiu os laranjais de Campo Grande e contribuiu para o declínio das colheitas. Ver no Jornal Zona Oeste. Ed: 1049. 25 a 31/05/96. Pg.04.

- Dados do IPLAN-RIO em referência a afirmações de Masumeci. In Campo Grande 1- Rio Cidade. (mimeo) s/d.

- Revista Arte Plural - 7 de novembro de 1990.

- Klein, V.C., Vieira, A.C. 1980. Vulcões do Rio de Janeiro: Breve geologia e perspectivas. Mineração Metalurgia, v. 419, p. 44-46.

- Motoki, A., Sichel, S.E. 2006. Avaliação de aspectos texturais e estruturais de corpos vulcânicos e subvulcânicos e sua relação com o ambiente de cristalização, com base em exemplos do Brasil, Argentina e Chile. Revista Escola de Minas, v. 59-1, p. 13-23.

- Motoki, A., Soares, R., Lobato, M., Sichel, E.S., Aires, J.R 2007. Feições intempéricas em rochas alcalinas félsicas de Nova Iguaçu, RJ. Revista Escola de Minas, v. 60-2. (in press)

- Motoki, A., Soares, R., Netto, A.M., Sichel, E.S., Aires, J.R., Lobato, M. 2007. Forma de ocorrência geológica dos diques de rocha piroclástica no Vale do Rio Dona Eugênia, Parque Municipal de Nova Iguaçu, RJ. Revista Geociências, Rio Claro, v. 26-1.(in press)

- Motoki, A., Soares, R., Netto, A.M., Sichel, S.E., Aires, J.R., Lobato, M., 2007. Reavaliação do modelo genético do Vulcão de Nova Iguaçu, RJ: origem eruptiva ou intrusão subvulcânica ? Revista Escola de Minas, v. 60-3.(in press)

- Homepage do Vulcão de Nova Iguaçu, arquivos científicos:[1]

A página do arquivo científico, mostrando os trabalhos vulcanológicos e geológicos aprsentados nas comunidades científicas sobre a hipótese do Vulcão de Nova Iguaçu.

- O Vulcão do Mendanha:[2]

A página do turismo regional que divulga os vulcões do Mendanha e de Nova Iguaçu com bas nas opiniões populares.

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