Minimalismo tecnológico

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Parafraseando do inglês a famosa citação de John_Maeda John Maeda: "Less is more", a tecnologia contemporânea está evoluindo tanto, e se tornando tão complexa que dificilmente um cidadão comum esteja absorvendo todo o potencial tecnológico disponível. Portanto, além do desenvolvimento deste conceito nas artes, precisamos avançar com o minimalismo também na tecnologia.

Conforme o Prof. Wilson Azevedo, em seu artigo "O Minimalismo Tecnológico em Educação Online e a Inclusão Educacional e Digital no Brasil", afirma que Zane Berge, expôs em dois trabalhos, o primeiro de 1994 e o segundo em fins do ano 2000, o princípio que denominou “Minimalismo Tecnológico”, para orientar a seleção de tecnologias para a Educação a Distância.

Citando outra pioneira e companheira de trabalho, Mauri Collins, Berge explica que o minimalismo tecnológico pode ser definido como “o uso de níveis mínimos de tecnologia, cuidadosamente escolhida com atenção precisa para com suas vantagens e limitações, em apoio a objetivos educacionais bem definidos”. De sua larga experiência Berge aprendeu que os melhores resultados são colhidos quando se opta pelo caminho da simplicidade tecnológica e, inversamente, as maiores dificuldades e os maiores obstáculos estarão no caminho dos que optam pela complexidade e sofisticação tecnológicas.

Índice

[editar] TEORIAS

A Teoria Minimalista de John M. Carroll (1990) enfatiza a redução, a um mínimo, da distância entre o indivíduo, a tarefa real e o sistema instrucional. Diz que os aprendizes adultos não são um quadro em branco pois possuem experiências prévias e não gostam de serem tratados como se não soubessem nada. O sistema instrucional deve ser baseado na experiência dos aprendizes. Carroll também identifica as raízes do Minimalismo no construtivismo de Bruner e Piaget.

A teoria sugere que:

  1. todas as tarefas de aprendizado devem ser atividades significativas e independentes;
  2. devem ser dados para os aprendizes projetos realistas o mais rápido possível;
  3. a instrução deve permitir o raciocínio e a improvisação autodirecionados, aumentando o número de atividades ativas de aprendizado;
  4. os materiais e as atividades de treinamento devem levar em consideração o reconhecimento e a recuperação do erro e;
  5. deve existir uma ligação próxima entre o treinamento e o sistema real.

[editar] Livros

  • Power of Less, The: The Fine Art of Limiting Yourself to the Essential...in Business and in Life (Leo Babauta)


[editar] Ligações externas

[editar] Bibliográficas

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