Mozilla Firefox
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Firefox 2 no Ubuntu Linux |
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| Desenvolvimento | Mozilla Corporation | |
| Lançamento | 9 de Novembro, 2004 (ver. 1.0) | |
| Última versão | 2.0.0.12[1] (7 de Fevereiro,2008) | |
| Versão de teste | 3.0b3[2] (Minefield) (18-Dez-2007) | |
| Sistema Op. | Multiplataforma | |
| Género | Navegador WWW | |
| Licença | MPL, Tri-licença MPL/GPL/LGPL | |
| Website | mozilla.com/firefox | |
Mozilla Firefox (inicialmente conhecido como Phoenix e, posteriormente, como Mozilla Firebird) é um browser livre e multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation com ajuda de centenas de colaboradores[3].
Antes do lançamento da versão 1.0, a 9 de Novembro de 2004, o Firefox já tinha sido aclamado por várias publicações, incluindo a Forbes e o Wall Street Journal. Com mais de 25 milhões de downloads nos primeiros 99 dias após o lançamento, o Firefox tornou-se uma das aplicações em código-livre mais usadas por utilizaores domésticos.
Os 50 milhões de downloads foram atingidos a 29 de abril de 2005, aproximadamente 6 meses após o lançamento da versão 1.0. A 26 de Julho de 2005, o Firefox alcançou os 75 milhões de downloads, e a 19 de Outubro de 2005 alcançou os 100 milhões de downloads, antes de completar o primeiro ano da versão 1.0. A 30 de Novembro de 2005 foi lançada a versão 1.5.
A Mozilla Foundation (em português: Fundação Mozilla) diz que sua intenção com o Firefox é desenvolver um browser leve, rápido, intuitivo e altamente extensível. Baseado na componente de navegação da suíte Mozilla (continuada pela comunidade como Seamonkey), o Firefox tornou-se o objectivo principal da Mozilla Foundation (incluindo o cliente de e-mail Thunderbird), anteriormente ocupado pela suíte.
Actualmente, o Firefox inclui bloqueador de janelas pop-up, navegação através de separadores, favoritos dinâmicos (marcadores activos), suporte a alguns dos padrões web, actualização automática, a possibilidade de instalação de extensões para adicionar recursos, além da possibilidade de escolher entre temas (skins). Embora já outros browsers tenham oferecido muitas destas funções, o Firefox torna-se cada vez mais popular.
O Firefox tem destacado-se como uma alternativa ao Microsoft Internet Explorer, reactivando a chamada "Guerra dos browsers".
Índice |
[editar] História
Dave Hyatt e Blake Ross, que deram início ao projeto Firefox, diziam acreditar que a utilidade do navegador Mozilla estava comprometida com os interesses comerciais da Netscape (que os patrocinava), bem como a inclusão de funções pouco usadas. Foi então que criaram um navegador separado, o qual visava substituir a suíte Mozilla. Actualmente, Ben Goodger (recentemente admitido pelo Google) gere a equipa que desenvolve o Firefox.
O Firefox mantém a natureza multi-plataforma do browser Mozilla original, usando a linguagem de programação XUL, a qual possibilita a instalação de temas e extensões. Porém, acreditava-se que estes add-ons pudessem aumentar os riscos de segurança do navegador. Com o lançamento da versão 0.9, a Mozilla Foundation lançou o Mozilla Update, um site que contém temas e extensões "aprovados" como seguros. Deixa-se a cargo do utilizador a decisão de não arriscar fazer download de add-ons de fontes não-confiáveis.
O MozillaZine, um site com notícias, fórums e weblogs para a discussão de assuntos relativos ao Mozilla (operado por entusiastas dos produtos Mozilla), foi fundado em 1 de Setembro de 1998. No Brasil, existe o MozillaBR-Users, iniciado em 19 de Fevereiro de 2003.
A intenção da Mozilla Foundation é reformar a suíte Mozilla e substituí-la pelo Firefox. A 10 de Março de 2005, foi anunciado que os lançamentos oficiais da suíte se encerrariam com as versões 1.7.x. Como existem utilizadores corporativos da mesma, a série 1.7.x ainda é desenvolvida tendo apenas atualizações de segurança no seu roadmap. A versão 1.8.x, que já se encontrava em estado maduro beta, não foi libertada para não acumular trabalho com actualizações de segurança para 1.7.x e 1.8.x. A versão 1.8.x foi substituída pelo novo browser SeaMonkey, que continua a ser desenvolvido pela comunidade colaboradora, com poucas diferenças iniciais da suíte Mozilla.
[editar] Nome
O projecto, atualmente conhecido como Firefox, começou como uma divisão experimental da suíte Mozilla chamada m/b (ou mozilla/browser). Após o estágio inicial de desenvolvimento, foram disponibilizadas versões de teste ao público em Setembro de 2002 sob o nome Phoenix.
O nome Phoenix vigorou até 14 de Abril de 2003, quando teve de ser mudado devido a problemas de direitos de autor com a empresa da BIOS Phoenix Technologies (que produz um browser para a BIOS). O novo nome, Firebird, foi recebido sob controvérsia, pois já existia o software livre de base de dados Firebird. No final de Abril, apenas poucas horas após uma aparente mudança de nome para Firebird browser, a Mozilla Foundation determinou que passasse a ser usado o nome Mozilla Firebird para evitar confusões com o servidor de dados Firebird. Entretanto, uma contínua pressão da comunidade de software livre forçou outra mudança de nome, e, a 9 de Fevereiro de 2004, o Mozilla Firebird tornou-se Mozilla Firefox (ou somente Firefox).
O nome "Firefox", relacionado com o Panda vermelho, foi escolhido por ser parecido com "Firebird" e também por ser único na indústria da computação. A fim de evitar uma futura mudança de nome, a Mozilla Foundation deu início ao processo de registo do nome Firefox como marca registada no Gabinete Americano de marcas e patentes em Dezembro de 2003. Como o mesmo nome já havia sido registado no Reino Unido, a Mozilla Foundation fez um acordo com a The Charlton Company.
Aparecem muitas derivações incorrectas da escrita original do nome, como, por exemplo, Fire fox, Fire Fox ou ainda FireFox. Porém, o nome oficial do browser é escrito em apenas uma palavra, e com o segundo F minúsculo: "Firefox". Ao contrário do que muitos pensam, a abreviatura de Firefox não é FF, e sim Fx.
Devido a problemas com o registo da marca da Mozilla Foundation [4], os pacotes "Firefox" e "Thunderbird" têm nomes diferentes para a distribuição Linux Debian. O Debian só aceita softwares totalmente livres e, para solucionar esse problema, foram desenvolvidos os pacotes Iceweasel e Icedove, idênticos ao Firefox e ao Thunderbird, respectivamente. Os ícones oficiais do Iceweasel e do Icedove são, respectivamente, e
.
[editar] Marca e identidade visual
O progresso no desenvolvimento da identidade visual, desde o início do projecto, é um dos aspectos mais notáveis do Firefox. Frequentemente se diz que falta ao software livre uma sólida identidade visual. As primeiras versões do Firefox foram consideradas razoáveis em relação ao design, mas não alcançavam os mesmos padrões dos softwares utilizados em larga escala. O lançamento do Firefox 0.8 em Fevereiro de 2004 demonstrou o esforço para se atingir um novo visual, inclusive com novos ícones. O ícone do Firefox é, desde então, da autoria do britânico Jon Hicks.
O animal mostrado no ícone é uma raposa estilizada, por mais que "firefox" ("raposa de fogo") seja o nome utilizado para designar o Panda vermelho. Este ícone foi escolhido por não ser extremamente chamativo.
O ícone do Firefox é uma marca registada usada para designar o Mozilla Firefox distribuído pela Mozilla. Apesar de ter o código fonte aberto, os ícones não são de uso livre. Assim, as versões alteradas do Firefox não estão autorizadas a usar os ícones oficiais. O mesmo acontece com as versões beta do Firefox. Por serem modificações do original lançado, elas não podem utilizar o mesmo ícone, sendo usado geralmente o ícone
e modificações dele.
[editar] Histórico de lançamentos
Desde o início do projecto, a 23 de Setembro de 2002, o Firefox tem sido actualizado com certa frequência. No seu estágio pré-1.0, foram comuns alterações na criação de extensões, de uma versão para outra. Finalmente, o Firefox 1.0 foi lançado a 9 de Novembro de 2004, seguido pela versão 1.0.1 em 24 de Fevereiro de 2005, que continha algumas correcções de segurança e estabilidade. A versão 1.0.2 foi lançada logo em seguida, a 23 de Março de 2005 e incluía mais actualizações de segurança. A versão 1.0.3 também foi lançada em menos de um mês, em 15 de Abril de 2005, com mais atualizações de segurança.
A versão 1.0.4 foi lançada a 11 de Maio de 2005, incluindo várias correcções relativas à segurança, além de correcção de um erro no DHTML. As versões seguintes do Firefox, 1.0.5 e 1.0.6, foram sendo lançadas para correcções de erros que implicavam na segurança dos utilizadores, datadas de 12 e 20 de Julho de 2005, respectivamente. A 30 de Novembro de 2005 a versão 1.5 foi lançada com novos recursos, como actualizações automáticas, reordenação dos separadores utilizando o rato, suporte a novos padrões web como SVG, CSS 2, CSS 3, JavaScript 1.6 e outros.
Após o lançamento da nova versão de seu principal concorrente, o Internet Explorer 7 a 18 de Outubro de 2006, a fundação Mozilla lançou o Firefox 2, a 25 de Outubro de 2006, com sistema anti-phishing, melhoria nos separadores, botão incluso no campo de busca e alterações de visual. A sua primeira actualização para correcção data de 20 de Dezembro do mesmo ano.
Durante o seu desenvolvimento, o código fonte do Firefox teve vários nomes de uso interno da equipe que o desenvolve. Todos estes nomes foram inspirados em lugares reais, como Three Kings, Royal Oak, One Three Hill, Mission Bay e Greenlane, cujos nomes se referem a arredores das cidades de Auckland, na Nova Zelândia, e Whangamata, uma pequena cidade do litoral, na península de Coromandel, também na Nova Zelândia. Os nomes foram escolhidos por Ben Goodger, que foi criado em Auckland. Outros nomes, incluindo os que são usados no mapa de desenvolvimento (roadmap) do Firefox, são baseados no caminho de uma viagem do estado norte-americano da Califórnia até Phoenix, no estado do Arizona.
De acordo com Ben Goodger, "Deer Park" não se refere a Deer Park, em Victoria (região localizada ao sudoeste da Austrália), trata-se apenas de um nome simbólico. "Eu estava a passear próximo da linha férrea em Long Island, há algumas semanas, quando vi o nome escrito em algum lugar e me pareceu bonito", disse Goodger. Portanto, esta é provavelmente uma referência à Deer Park, Nova York, um local de recenseamento na região de Long Island.
[editar] Funções
Segundo os seus criadores, o objectivo do Firefox é ser um navegador que inclua as opções mais usadas pela maioria dos utilizadores, de modo a tornar-se o melhor possível. Outras funções não incluídas originalmente encontram-se disponíveis através de extensões e plugins.
[editar] Acessibilidade
Segundo os criadores do browser, existe um esforço no sentido de se procurar a simplicidade na interface do Firefox. As opções menos usadas pela maioria dos utilizadores geralmente ficam ocultas, ao contrário do que acontece com a suíte Mozilla.
O Firefox tem suporte à navegação através de separadores, o que possibilita a abertura de várias páginas numa única janela do browser. Esta função foi herdada da suíte Mozilla, que, por sua vez, a tomou emprestada de uma extensão conhecida como MultiZilla[5], desenvolvida especialmente para a suíte. O Firefox também está entre os primeiros browsers a disponibilizar bloqueamento personalizado de janelas pop-up.
O browser contém opções que facilitam a busca por informações. Existe uma função de pesquisa conhecida como "localizar ao digitar". Caso esta função esteja habilitada, o utilizador poderá iniciar a digitação de uma palavra enquanto visualiza a página, e automaticamente o Firefox destaca o primeiro resultado que encontra. Quanto mais se digita, mais a busca é refinada.
Há também um campo de pesquisa embutido, com algumas opções de busca já incluídas (na versão em inglês do Firefox), como os sites Google, Yahoo, Amazon.com, Creative Commons, Dictionary.com e eBay. Existem muitas opções extras de plugins de busca que podem ser instaladas, uma delas feita para se pesquisar na Wikipédia, que foi desenvolvida através do projeto Mycroft.
A função de "palavra-chave" usada para que o utilizador aceda ao conteúdo dos seus favoritos/marcadores, através da barra de endereços, foi apresentada anteriormente na suíte Mozilla. Opcionalmente, pode usar-se um parâmetro de busca na Internet. Para isso, basta que se digite, por exemplo, "google pêssego" na barra de endereços, e o utilizador será redireccionado para uma página de resultados do Google contendo o item "pêssego". Se for digitada somente uma palavra sem um parâmetro de busca, o Firefox automaticamente acciona o Google, que levará o utilizaodr ao primeiro site sugerido (semelhante à função "sinto-me com sorte" da página inicial do Google).
[editar] Segurança
A arquitetura de programação do Firefox é baseada em extensões. Tal característica é apontada por alguns como um dos aspectos que supostamente tornariam o navegador seguro. Há quem diga que não se deve incorporar inúmeros recursos (os quais poderiam supostamente ser usados mais facilmente por códigos maliciosos), mas sim deixar o usuário escolher o que adicionar, através da seleção das extensões (como plugins), as quais no Firefox são bloqueadas quando instaladas de sites desconhecidos (opção que pode ser modificada pelo usuário com um simples clique, o qual autoriza a instalação de fonte não confiável e coloca em risco toda a segurança). Existe a opção de se executar o Firefox em um Modo de Segurança, no qual todas as extensões instaladas são desativadas. Deve-se notar que muitas das extensões, especialmente as mais populares e recomendadas pela própria Mozilla, também podem ser alvos de vulnerabilidades, colocando abaixo tais apontamentos e em consequência a segurança e privacidade do usuário [6] [7] [8] [9] [10] [11] [12].
O próprio navegador Firefox também possui falhas de segurança em seu código puro como o é hoje, tal qual qualquer outro navegador, algumas das quais inclusive sem correção conhecida no momento [13] [14], para além de ser potencial alvo de explorações maliciosas dos múltiplos bugs existentes em sua engine javascript [15] e também de falhas em complementos de terceiros como o Java SE da Sun e o Flash Player da Adobe (estas últimas mais raras).
Decorre ainda hoje, no meio informático, uma polêmica sobre uma falha na forma como o Firefox renderiza protocolos da web. A falha já havia sido corrigida por duas vezes após uma infame troca de acusações com a Microsoft que acabou na admissão da Mozilla de que o problema era mesmo no Firefox [16]. Contudo, ao que parece, a falha continua aberta à explorações, mesmo depois das correções [17].
[editar] Personalização
O Firefox é bastante personalizável. Através de extensões, os usuários podem agregar novas funções, como gestos do mouse, bloqueio de publicidade, ferramentas de verificação, ampliação de imagens e até mesmo a edição de artigos na Wikipédia (ver abaixo). Muitas das funções oficialmente incluídas na suíte, como um cliente de chat IRC e calendário, foram lançadas como extensões para o Firefox.
O sistema de extensões por vezes é visto como uma plataforma de testes para novas funcionalidades. Eventualmente, alguma extensão pode ser adicionada ao lançamento oficial, assim como aconteceu com o sistema de navegação por abas/separadores na suíte, que anteriormente era uma extensão chamada Multizilla.
Existe também o suporte a temas (skins, ou "peles") que mudam a aparência do navegador, as quais nada mais são do que pacotes que incluem arquivos CSS e de imagem. Além da possibilidade de se adicionar temas, os usuários podem personalizar o visual do Firefox, mudando a disposição de elementos como botões, menus ou eliminar toda uma barra de ferramentas.
Além das páginas próprias de cada autor, boa parte das extensões e temas disponíveis podem ser descarregados da página oficial de atualização (Mozilla Update), que verifica periodicamente através do Firefox se há alguma atualização para os mesmos. Outra opção é a página Extensions Mirror.
Muitas configurações avançadas do Firefox também podem ser acessadas digitando about:config na barra de endereços, geralmente escondida da maioria dos usuários.
[editar] Suporte aos padrões web
A Mozilla Foundation demonstra orgulho do fato de o Firefox ter alta-compatibilidade com os atuais padrões web, em especial os especificados pelo W3C. O suporte a estes padrões é extenso (embora não completo) e os mais conhecidos dentre eles são o HTML, XML, XHTML, CSS, JavaScript, DOM, MathML, XSL e o XPath.
Há também o suporte à transparência variável em arquivos de imagem PNG.
O suporte aos padrões web é constantemente melhorado pelos colaboradores do projeto Mozilla. O padrão CSS de Nível 2 já foi implementado e o padrão CSS de Nível 3, ainda em desenvolvimento, foi parcialmente incluído. Alguns padrões, como o SVG, APNG, e o XForms, estão sendo implantados com a evolução das versões.
Embora sua atual versão não passe no teste Acid2 de renderização de padrões web, estima-se que o Firefox conseguirá passar no mesmo em sua próxima grande atualização, para a versão 3.0, a qual atualmente encontra-se em desenvolvimento. O resultado já plenamente satisfatório pode ser conferido nas versões de teste da nova versão do navegador (à partir da versão 3 Alpha 2).
[editar] Suporte Multi-plataforma
O Mozilla Firefox funciona em vários sistemas operacionais, dentre os quais:
- Inúmeras versões do Microsoft Windows: 98, 98SE, Me, NT 4.0, 2000, XP, Server 2003 e Vista.
- Mac OS X. Programadores da Apple criaram uma versão do Firefox que funciona com máquinas MacIntel, a qual parece ter funcionado de maneira satisfatória.
- Sistemas baseados em Linux que utilizam X.Org Server ou XFree86. Geralmente incluso na instalação como padrão.
Pelo fato de ser um software em código aberto, muitos programadores desenvolvem versões para outros sistemas operacionais que não são oficialmente suportadas pela Mozilla Foundation, a saber:
Versões para o Windows XP Professional x64 Edition também estão disponíveis, bem como versões para RISC OS e BeOS (projetos que ainda estão em andamento).
O formato que é usado para armazenar o perfil dos usuários é o mesmo em todas as plataformas, portanto um perfil pode ser compartilhado por diferentes sistemas (exemplo: um perfil armazenado em uma partição FAT32 que pode ser acessado tanto pelo Windows quanto pelo Linux). Entretanto, podem ocorrer problemas, principalmente no que se refere à extensões.
[editar] Utilização
[editar] Estatísticas
O Firefox foi rapidamente adotado por milhões de utilizadores, fazendo frente ao Internet Explorer da Microsoft.
De acordo com a WebSideStory, em Novembro de 2005, o Firefox possuia 8.13% de participação em todo o mundo [18]. Entretanto, segundo a OneStat, em Novembro de 2005 o Firefox já possuia 11.51% de participação no mercado [19]. Em Janeiro de 2007, ainda segundo a OneStat, a sua taxa de utilização estava em 11.69% em todo o mundo [20], tendo havido neste meio-tempo oscilações tanto para mais quanto para menos.
A Wikipedia inglesa mantém diversos gráficos e comparações a respeito da participação no mercado dos navegadores ao longo dos anos, de diversas fontes, em seu artigo "Usage share of web browsers".
[editar] Quantidade de downloads
| Data | Número de dias | Downloads (milhões) | Referências |
|---|---|---|---|
| 10 de Novembro de 2004 | 1 | 1 | Mais de um milhão de downloads no primeiro dia |
| 16 de Fevereiro de 2005 | 99 | 25 | 25 milhões de downloads |
| 29 de Abril de 2005 | 170 | 50 | Comemoração dos 50 milhões de downloads |
| 19 de Outubro de 2005 | 334 | 100 | 100 milhões de downloads |
| 3 de Março de 2006 | 479 | 150 | 150 milhões de downloads |
| 31 de Julho de 2006 | 629 | 200 | 200 milhões de downloads |
| 11 de Novembro de 2006 | 732 | 250 | 250 milhões de downloads |
| 12 de Fevereiro de 2007 | 825 | 300 | 300 milhões de downloads |
| 24 de Maio de 2007 | 926 | 350 |
Estes números de downloads não incluem atualizações. O contador pode ser encontrado aqui
Deve-se ter em atenção que o número de downloads não é o número de utilizadores, apenas um download pode servir para instalar o firefox em vários computadores, tal como um único utilizador pode fazer várias vezes o download do Firefox. Além disso, de acordo com estatísticas oficiais da Mozilla, cerca de 50% daqueles que baixam o Firefox não chegam sequer a instalá-lo [21].
[editar] Browsers derivados da base do Firefox
O Gecko é um Motor de layout no qual o Firefox se baseia e muitos outros browsers também têm base no Gecko. Alguns exemplos:
[editar] Mozilla Firefox e a Wikipédia
Existe uma extensão para o Mozilla Firefox que, após instalada, disponibiliza um menu de contexto orientado para a Wikipédia. A extensão chama-se "wikipédia" e pode ser obtida na página de extensões do Firefox.
No menu topo-direito, existe a caixa de texto para busca rápida. No Firefox em língua portuguesa, existem busca no Google, no Yahoo e também as opções de busca na Wikipedia e Wikcionário entre outros.
Existe, ainda, uma outra extensão. Ao acessar qualquer site da wikipédia após te-la instalado, aparece uma nova barra de ferramentas no Firefox, com diversas opções que facilitam os editores da Wikipédia.
[editar] Referências
- ↑ Notas da versão 2.0.0.12 (em inglês)
- ↑ Notas da versão 3.0b3 (em inglês)
- ↑ Lista de colaboradores do Firefox em Mozilla.org
- ↑ Problemas de Trademark entre Mozilla e Debian
- ↑ http://multizilla.mozdev.org
- ↑ Over 90 extensions have been found to collect data and uniquely identifying users without notifying them
- ↑ A highly critical vulnerability in the Firebug extension allows remote exploitation that can lead to system compromise
- ↑ A vulnerability in the Fizzle extension can be exploited by malicious people to conduct script insertion attacks
- ↑ A vulnerability in older versions of the Greasemonkey extension can be exploited by malicious people to disclose sensitive information by disclosing the contents of arbitrary local files and list the contents of arbitrary local directories
- ↑ A vulnerability in older versions of the IE Tab extension allows remote user-complicit attackers to cause a denial of service (application crash)
- ↑ Multiple vulnerabilities in the Sage extension can be exploited by malicious people to conduct cross-site scripting attacks
- ↑ A highly critical vulnerability in the Wizz RSS News Reader extension allows remote exploitation that can lead to system compromise
- ↑ Vulnerability Report: Mozilla Firefox 1.x
- ↑ Vulnerability Report: Mozilla Firefox 2.0.x
- ↑ Jesse's JavaScript compiler/decompiler fuzzer
- ↑ Mozilla Admits Firefox Exploit Caused by Firefox Bug, Not IE
- ↑ Firefox Vulnerable to Protocol-Handling Bug Attacks
- ↑ WebSideStory Firefox market share November/2005
- ↑ OneStat Firefox market share November/2005
- ↑ OneStat Firefox market share January/2007
- ↑ Mozilla User Retention
[editar] Ver também
- Mozilla
- Thunderbird
- SeaMonkey
- O Livro de Mozilla
- Guerra dos browsers
- Lista de browsers
- Gecko
- Motor de layout
[editar] Ligações externas
- Firefox e Thunderbird em português (Brasil)
- Central Firefox - Você Sabia?
- Guia Rápido do Firefox
- Guia de Bolso Firefox
- (em inglês) Guia de atalhos e comandos do Firefox.
- (em inglês) Wikipedia Toolbar
- (em inglês) Wiki do firefox
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