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Gingko do Jardim das Amoreiras, em Lisboa. Fotografia de Ana Gomes.
Ginkgo biloba, de origem chinesa, é uma árvore considerada um fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido as explosões atómicas no Japão.
A gingko foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Engelbert Kaelmpter, por volta de 1690, mas só despertou o interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial, quando perceberam que a planta tinha sobrevivido à radiação em Hiroshima, brotando no solo da cidade devastada.
Nomes populares: nogueira-do-Japão, árvore-avenca, ou simplesmente ginkgo.
São árvores caducas, que perdem todas as folhas no inverno e atingem uma altura de 20-35 m (alguns espécimes, na China, chegam a atingir os 50 m). Foram durante muito tempo consideradas extintas no meio natural, mas sabe-se hoje em dia que existem duas pequenas zonas na província de Zheijian (China) que albergam exemplares desta espécie.
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