Fonte: SAPO Saber, a enciclopédia portuguesa livre.
| Sílvio Caldas |

Sílvio Caldas em 1994
|
| Informação geral |
| Nome completo: |
Sílvio Narciso de Figueiredo Caldas |
| Data de nascimento: |
23 de maio de 1908 |
| País: |
Brasil |
| Origem(ns): |
Rio de Janeiro, RJ |
| Data de morte: |
3 de fevereiro de 1998 ({{#expr:(1998)-(1908)-((2)<(5)or(2)=(5)and(3)<(23))}} anos) |
Sílvio Antônio Narciso de Figueiredo Caldas (Rio de Janeiro, 23 de maio de 1908 — Atibaia, 3 de fevereiro de 1998) foi um cantor e compositor brasileiro.
Seu primeiro sucesso foi o samba de Ari Barroso intitulado Faceira (1931). Desde então, consagrou-se como um dos maiores cantores brasileiros. Chão de estrelas (1937), em parceria com Orestes Barbosa, foi um de seus maiores êxitos.
Dono de timbre inconfundível, que lhe valeu a fama de grande seresteiro, é conhecido também por alcunhas carinhosas, como Caboclinho querido, A voz morena da cidade ou Titio.
- As Pastorinhas, João de Barro e Noel Rosa (1938)
- Acorda, Escola de Samba, Benedito Lacerda e Herivelto Martins (1935)
- Boneca, Aldo Cabral e Benedito Lacerda (1934)
- Chão de Estrelas, de sua autoria c/Orestes Barbosa (1937)
- Como os Rios Que Correm pro Mar, Custódio Mesquita e Evaldo Ruy (1943)
- Da Cor do Pecado, Bororó (1939)
- Deusa da Minha Rua, Jorge Faraj e Newton Teixeira (1939)
- Faceira, Ari Barroso (1931)
- Florisbela, Frazão e Nássara (1939)
- Inquietação, Ari Barroso (1934)
- Lenço no Pescoço, Wilson Batista (1933)
- Maria, Ari Barroso e Luiz Peixoto (1939)
- Mimi, Uriel Lourival (1933)
|
- Minha Casa, Joubert de Carvalho (1946)
- Minha Palhoça, J. Cascata (1935)
- Modinha, Jaime Ovalle e Manuel Bandeira (1943)
- Morena Boca de Ouro, Ari Barroso (1940)
- Mulher, Custódio Mesquita e Sadi Cabral (1940)
- Na Aldeia, de sua autoria c/Caruzinho e De Chocolat (1933)
- Na Baixa do Sapateiro, Ari Barroso (1939)
- O Telefone do Amor, Benedito Lacerda e Jorge Faraj (1934)
- Obrigado, Doutor, Nássara e Roberto Martins, c/acompanhamento da Orquestra Tabajara (1950)
- Por Causa dessa Cabocla, Ari Barroso e Luiz Peixoto (1934)
- Professora, Benedito Lacerda e Jorge Faraj (1938)
- Quando Eu Penso na Bahia, Ari Barroso e Luiz Peixoto, duo c/Carmen Miranda (1938)
- Segura Esta Mulher, Ari Barroso (1933)
- Serenata, de sua autoria c/Orestes Barbosa (1934)
- Três Lágrimas, Ari Barroso (1940)
- Velho Realejo, Custódio Mesquita e Sadi Cabral (1940)
|
[editar] Ligações externas