Secularismo
Fonte: SAPO Saber, a enciclopédia portuguesa livre.
| Cuidado: Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências, em desacordo com a política de verificabilidade. Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes no corpo do texto ou em notas de rodapé. |
O secularismo é uma política de separação entre religião e Estado, a partir da idéia de que os sacerdotes e as instituições religiosas não devem ter poder político nem influenciar nas leis.
Num sentido mais amplo, como em Humanismo Secular, significa a independência em relação a religiões, crenças ou cultos.
Na Europa, o secularismo desenvolveu-se com o Iluminismo e o advento da modernidade (quando a burguesia entrou em choque com as igrejas Católica e Protestante que apoiavam os aristocratas), mas só se tornaria realidade de fato após a Primeira Guerra Mundial.
No Oriente Médio, onde muitos governos e leis obedecem aos preceitos do Islamismo, o secularismo ainda é uma bandeira, defendida e praticada apenas pela Turquia.
O termo "secularismo" advém da expressão "poder secular" (ou "poder temporal", com a idéia de duração finita, limitada), usada para diferenciar o poder "eterno" ou "infinito" da Igreja. No Feudalismo e outras organizações político-econômicas da Idade Média, os bispos detinham poder religioso e também secular, enquanto reis, príncipes e nobres detinham apenas o poder secular.
" style="vertical-align:middle; padding-left:7px; width:0%;">}}}}
